segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Coisa de "intervencionista" oportunista.


Vídeo que circula nas redes com tanques chegando ao Rio é falso
Registro é de 2013 e não tem relação com intervenção federal no estado


Após o decreto do presidente Michel Temer sobre a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, na última sexta-feira (18), passaram a circular nas redes sociais e em aplicativos de mensagens um vídeo de tanques do Exército chegando ao Rio de Janeiro.

JORNAL DO BRASIL cruzou informações e constatou que o vídeo em questão, que vem provocando muitos debates na internet e passou a ser compartilhado centenas de vezes, é na verdade um registro publicado de junho de 2013 e que não tem nenhuma relação com a chegada das Forças Armadas no estado.



O "intervencionista" de araque não toma jeito, vive buscando alguma coisinha pra postar com chamada impactante. O General Mourão foi transferido para a Secretaria Geral do E.B., a “geladeira”, como adido enquanto aguarda passagem para a Reserva; ai o “intervencionista” de araque posta que ele foi “promovido” a Secretário Geral do Exército Brasileiro. Em março o General Mourão completa o tempo máximo de permanência no ultimo Posto do Exército Brasileiro, devendo por força de Legislação passar para a Reserva para que sua vaga seja aberta visando novas promoções; ai o “intervencionista” de araque espalha que Mourão está sendo punido com passagem para a Reserva devido ao seu pronunciamento na Grande Loja Maçônica de Brasília. No discurso proferido por Mourão em Brasília ele fala em “aproximações sucessivas até chegar o momento em que ou as instituições solucionam o problema político, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos ou nós teremos que impor isso. Qual é o momento pra isso? Não existe revolução, não existe intervenção! O que existe é planejamento! Planejamentos muito bem feitos. O “intervencionista” de araque postou sua “intervenção” como se proferidas pelo General Mourão.


Hoje o Rio de Janeiro sofre é uma Intervenção Federal, não uma Intervenção Militar. Uma coisa nada tem haver com outra. A Intervenção Federal na Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro é POLÍTICA! Não deem crédito ao “intervencionista” de araque que já está propagando aos quatro cantos uma “intervenção” que o próprio Mourão disse que não vai acontecer, pelo menos nos moldes de 64, com tomada abrupta de poder e tanques nas ruas. E militar de volta ao poder só se eleito!





domingo, 18 de fevereiro de 2018

Coronel PMERJ aponta os culpados!


Parabéns a toda a oficialidade da PM que, na ultima década, com sua incompetência, condescendência com toda sorte de desatinos por parte da “tropa”, melhor seria o emprego do vocábulo (bando), concorreu de forma decisiva para a Intervenção federal, fundada no grave comprometimento da ordem pública.


Agora passarão a ser comandados por coronéis do Exército Brasileiro, fato inédito na história das PMs da federação, desde a instauração da nova República, em 1988.


Há anos que venho proclamando o caos na Segurança Pública do Rio de Janeiro, desde que inaugurada, em 2009, a oxigenação.

Parabéns aos comandantes anarquistas, que nos últimos 10 anos institucionalizaram a baderna na Corporação, desmantelando a estrutura organizacional. A vocês hipoteco meu total desprezo.


Que sejam bem vindos os comandantes do Exército que assumirão os Batalhões da PMERJ. Há muito a PMERJ precisa entrar em forma, ter mais deveres e menos direitos. Afinal, o interesse público é preponderante. Quem faz a diferença são os homens! Vocês fizeram o pior e colherão os frutos.
Sentido! Cobrir! Firme! Não mexe mais! É isso que vocês precisam, é isso que vocês merecem.

Auguro que os novos comandantes do Exército sejam extremamente rigorosos na condução da PMERJ.


Coronel PM RR Lopes 

sábado, 17 de fevereiro de 2018

O General se fará merecedor de nossa confiança?

Bom dia General Braga Netto! Seja muito bem vindo ao caos do Rio de Janeiro.

General Walter Souza Braga Netto

Estamos ansiosos por mudanças e melhorias, só gostaria que o senhor entendesse que os soldados da Briosa não têm 18 anos, muitos estão cansados, têm filhos, pagam Pensão Alimentícia, estão cheios de empréstimos e se desdobrando entre a escala apertada e o “bico”.
Não temos tempo para pintar meio fio, capinar quartéis, passar cal nos muros e fazer educação física. Não temos diversos tipos de fardamentos (farda de passeio, educação física, de gala ou de combate), temos apenas um “MUG” velho e surrado.

Treinamento? Na “Briosa” isso é para poucos, somente os “estrelas” e praças especializadas. “Barriga azul” do Batalhão convencional só treina quando bate de frente com vagabundo na favela (com uma sutil diferença, nosso alvo não é de papel. É de carne e osso e revida!)


Na guerra temos o inimigo de boné, bermuda e chinelo com AK 47 nas mãos (esse é o mais fácil e previsível de se combater). E temos o inimigo oculto, que se esconde atrás de um terno e gravata e que tem o poder da caneta, essa sim é a arma mais letal já inventada pela humanidade quando nas mãos erradas. Uma caneta nas mãos de quem detêm o poder faz mais estragos que qualquer metralhadora .50. Esse inimigo é o mais impiedoso que existe, não temos treinamento para combatê-lo ou estamos impedidos de fazê-lo. É ele que nos obriga a trabalhar por longas e intermináveis horas em favela conflagradas, sem descanso, sem alimentação digna, circulando com viaturas sucateadas e gambiarradas, com pneus carecas, sem blindagem, com armamento velho, obsoleto, sem manutenção e propenso a panes constantes, com coletes anti balísticos vencidos, sujos e fedorentos, tendo como base um container de lata sem refrigeração, sem alojamento decente, dormindo em colchonetes no chão, comer quentinhas frias e dar descarga no vaso sanitário com balde.


Espero que o senhor com sua longa experiência no Exercito Brasileiro, com mais de quarenta anos de serviço, consiga motivar e dar ânimo aos recrutas com apenas quatro anos de caserna, que já perderam as contas de quantos colegas enterraram e estão sempre a pensar em largar a profissão com a visão da morte sempre tão perto. Espero que o senhor tenha um bom poder de persuasão sobre os membros do Ministério Público, do Judiciário e com os parlamentares, estes que só entram em favelas para fazerem acordos com bandidos em troca dos votos da comunidade.

Nossa guerra é desleal , não temos treinamento, fardamento, alimentação, apoio logístico e o pior! NÃO TEMOS APOIO DA POPULAÇÃO POR QUEM SACRIFICAMOS NOSSAS VIDAS!!! Somos massacrados pela mídia, por “policiólogos” que só conhecem a violência pela TV e não temos apoio jurídico para nos defender quando erramos procurando acertar. São frações de segundos que podem transformar um herói em vilão.


Enfim, poderia escrever um livro sobre a guerra diária no Rio de Janeiro, mas prefiro apenas resumir. Tenho 17 anos de serviço (na ponta da lança), tenho alguns autos de resistência, algumas marcas de tiros pelo corpo e pude perceber que o momento em que você é socorrido por seus colegas de farda e sua vida está nas mãos dos médicos da rede pública, só Deus é quem pode decidir se é sua hora ou não. Nós policiais do Rio de Janeiro estamos a espera de um MILAGRE! Mas, enquanto nosso salvador não volta, temos um General do Exercito Brasileiro, enviado com a missão de botar ordem no caos. Conseguirá ou serão só mais ações midiáticas engendradas por políticos?

Estamos confiando no senhor, 01! Bem vindo a GUERRA!

Um Sargento PMERJ

Intervenção Federal, um engodo para o cidadão carioca.

Sobre a Intervenção Federal no Rio de Janeiro, mais um engodo para o cidadão carioca.


Bem, mesmo concordando com o pronunciamento abaixo do Deputado Estadual Flávio Bolsonaro, não posso deixar de lembrar que ele em momento algum criticou o Comando de Exército por aceitar essa “intervenção” mentirosa e levar nossos militares de encontro com a MORTE e TOTALMENTE desguarnecidos juridicamente. Bem, os que ficarão expostos a violência são justamente os praças (temporários ou de carreira), que sequer conseguem autorização de seus comandantes CAGÕES para adquirirem uma arma de fogo de uso permitido para sua proteção e de seus familiares.
Mas esses mesmos militares podem portar uma arma “brasonada” de calibre restrito como um fuzil FAL 7,62 mm e a Pistola 9 mm, mas, não têm o direito de comprar um revólver calibre .38 de uso permitido.
Marcelo Machado Militar E.B

Pronunciamento do Deputado Flávio Bolsonaro.


Óbvio que qualquer ajuda é bem-vinda, mas não podemos cair na armadilha de acreditar que os militares resolverão o problema da insegurança pública no Rio.
Em missões de paz, como no Haiti, o Exército possuía a autorização legal para eliminar elementos hostis, enquanto aqui os militares sequer terão poder de polícia.
Muitos deles, por serem sodados e cabos temporários, trabalharão armados com fuzis e voltarão para suas casas – não raro em comunidades carentes dominadas por traficantes – absolutamente na mão, desarmados.
Enfrentarão o mesmo dilema imposto todos os dias a nossos policiais estaduais: se atirar pode ser preso, se não atirar pode acabar morto. Quem diz isso são eles, a tropa! São os soldados, cabos e sargentos que estão todos os dias nas ruas dando as próprias vidas pela nossa segurança.
Enquanto os dirigentes de segurança pública do Estado insistirem em ouvir pseudoespecialistas, que se intitulam defensores dos direitos humanos, em detrimento de policiais, nada mudará.
Poderiam ter feito o dever de casa, desde atualizar o regulamento disciplinar militar – cuja má interpretação facilita o assédio moral para com subordinados – passando por extinguir várias UPPs ineficientes e que expõem o policial a elevado risco de morte – conforme estudo da própria Polícia Militar – redistribuindo seus efetivos para os locais onde mais ocorrem os crimes violentos, até garantir o mínimo necessário para que a Polícia Civil saia do estado de absoluta inanição, de maneira a promover investigações robustas, garantindo que marginais altamente perigosos apodreçam na cadeia.
O Estado não tem condições de garantir segurança a todos e ainda impede que o próprio cidadão, que assim o queira, faça a autodefesa de sua vida e de sua família com uma arma de fogo. Ouvir o governador defender nova campanha de desarmamento da população ordeira a essa altura do campeonato é, ante a absoluta falência do “estatuto do desarmamento” – que só colaborou para o empoderamento de bandidos – a constatação de como seu governo está completamente perdido.
Demorou a intervir na secretaria de segurança para exonerar Beltrame, em 2016, nomeou para seu lugar alguém envolvido emocionalmente com o esgotado projeto das UPPs e deu margem para conveniente intervenção política do governo federal. O Rio continua lindo, mas em estado terminal, a espera de um milagre ou de um novo governo – o que vier primeiro.
FLÁVIO BOLSONARO.


São loucos, loucos sonhadores com o propósito de engambelar a tão sofrida sociedade fluminense. Bando de criminosos tão ou mais perigosos que os traficantes armados que infestam comunidades e saem para o "asfalto" matando sem distinção homens, mulheres e crianças, não se importando se a criança ainda está no ventre da mãe. Em ano de eleição nada melhor pra iludir o já tão iludido eleitor com uma ação midiática, que embora não resolva o problema, será massivamente exposta na mídia até que o povo ache que foi salvo.

Já é notória a ligação financeira do tráfico de drogas com políticos, não há mais como ignorar essa relação. Matar as nojeiras que enfrentam a polícia não extingue as quadrilhas, apreender centenas de fuzis não diminui seu poder bélico, apreender suas drogas não acaba com o estoque comercial; mas apreenda o DINHEIRO! SIM, o dinheiro que movimenta toda essa máquina criminosa, ele está nas contas secretas em nome de "laranjas". A Receita Federal tão eficiente na "malha fina" do deslize de centavos na declaração de um trabalhador não consegue "malhar" milhões de reais nessas contas sem origem.

Aparelhe a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, forme policiais técnicos em rastreamento de dinheiro ilícito assim como faz a Polícia Federal. Sem dinheiro todo o chamado crime "organizado" se desorganiza, se acaba! Mas isso não lhes interessa fazer, nomes irão aparecer. Nomes como os que aparecem nas investigações da Polícia Federal e que hoje já estão trancafiados, nomes do MDB, antigo PMDB. O engodo desta "intervenção" só servirá para ajudar outro engodo, o agora MDB tão desgastado com o "crime organizado.
Ricardo Oscar Vilete Chudo, Militar PMERJ


quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Que tal pensar no Brasil?


O POVO NÃO LEGITIMOU AS FORÇAS ARMADAS NAS RUAS, SÓ VIMOS POUCAS DEZENAS E NO MÁXIMO UMA CENTENA. ENTÃO TERÁ QUE SER NO VOTO.


A INTERVENÇÃO MILITAR JÁ ESTÁ ACONTECENDO E SE CONCRETIZARÁ NAS ELEIÇÕES - OS RECADOS JÁ FORAM DADOS. O PERCENTUAL DO HOMEM VERDE OLIVA É ALTÍSSIMO - COMO TER UMA FRAUDE DESSE PORTE, COM UMA DISTÂNCIA DE 40% ENTRE CANDIDATOS ?

EM 2018 A TEORIA DAS TESOURAS NÃO VAI FUNCIONAR. E MESMO SE HOUVER FRAUDE APESAR DO NOSSO GRITO POR URNAS DE LONA E VOTO EM CÉDULA, ISSO CAUSARÁ UMA CONVULSÃO NACIONAL. 


NOSSA PF E NOSSAS FORÇAS ARMADAS NÃO ENTREGARÃO O NOSSO PAÍS. CABE A NÓS ELEGERMOS OS MILITARES, COMO O GEN MOURÃO DISSE : "SERMOS ELEITOS" "SERMOS ELEITOS". 

Ricardo Gomes

#INTERVENÇÃOMILITARPELOVOTO
#FIMDAESQUERDASOCIALISTA

Nas eleições de 2014, num universo de 144 milhões de eleitores, 44,6 milhões praticaram o BAN. Dilma teve 55,7 e Aécio 43,7 milhões de votos, sendo destes, um percentual grande da Direita que queria pelo menos uma mudança. Portanto, o BAN (brancos, abstenções e nulos), praticado por "intervencionistas" é um forte aliado dos "Globalistas", é um "trunfo" a ser usado na continuidade do atual cenário.

Intervenção Militar pelo voto!


CARO AMIGO INTERVENCIONISTA, SE VOCÊ É CONTRA O VOTO NOS MILITARES E SÓ ACEITA INTERVENÇÃO AGORA COM TANQUES NAS RUAS, GOSTARIA DE SABER SEU PONTO DE VISTA SOBRE :
Se as Forças Armadas ainda não agiram é porque são "comunistas", ou é porque ainda não tiveram aval do povo ?
Se elas não agirem como queremos, até as eleições, o que você acha que devemos fazer ?
Você acha impossível que a estratégia das Forças Armadas seja serem legitimadas através das eleições, já que o povo não foi às ruas ?
Mesmo que tenhamos por conceito que elas devem agir independentemente do povo (ignorante e alienado), se os generais não fizerem assim, por isso poder ser avaliado como "golpe militar" ou qualquer outro motivo - não deveríamos votar em peso em todos os militares que se candidatarem ? Ou devemos, dentro dessa possível e quase certa realidade de eleições, simplesmente ficar esperneando pela intervenção com tanques nas ruas e rasgar o título ?
Como se tem mostrado, Bolsonaro está com uma dianteira de 40% em intensões... difícil fraudar assim... a teoria das tesouras não vai funcionar em 2018... e mesmo se houver fraude, a convulsão nacional será inevitável... e entendo que se de todo Bolsonaro for eleito, mesmo sem ter o congresso do lado dele, ele terá em caso de caos, sim, nas mãos, o 142.
Se for responder, por favor, seja claro e responda TUDO.

Nas ultimas eleições tivemos 1.866.621 abstenções, brancos e nulos; 33% a mais do que a soma de votos de Crivella e Freixo. Grande parte deste desperdício eleitoral se deu por eleitores de direita que, embora queiram mudanças, preferem eleger a nulidade como forma de manifestação política. O que estaria decidido em primeiro turno se perdeu com a minoria. Portanto, tornar seu voto nulo aumenta as chances da esquerda vencer, já que eles votam em peso em seus candidatos, aprenderam isso muito bem.

Não estamos em 64, estamos no século XXI. Não haverá tanques nas ruas! Nossos Militares possuem dois importantes Institutos tecnológicos, o IME e o ITA, que formam mentes de causar inveja aos hackers à serviço da esquerda, desmistificando tudo que se sabe até agora sobre "urnas fraudáveis".

Associação de Judeus sai em Defesa de Jair Bolsonaro

A ASBI – Associação Sionista Brasil – Israel – uma associação que reúne judeus de todo o Brasil –  emitiu uma nota de repúdio referente ao que foi declarado pelo historiador Marco Antonio Villa.

A ASBI – Associação Sionista Brasil – Israel – uma associação que reúne judeus de todo o Brasil –  emitiu uma nota de repúdio referente ao que foi declarado pelo historiador Marco Antonio Villa, em programa na Rádio Jovem Pan. Villa, na ocasião, chamou o deputado Jair Bolsonaro  e seus apoiadores de “nazistas”.

Nas redes sociais, vários internautas indignados com as expressões injuriosas e caluniosas usadas por Villa, manifestaram intenção em processá-lo no juízo cível e criminal.

Em um vídeo que circulou no Twitter e no Facebook, um dos filhos de Bolsonaro disse que o deputado acionará a justiça contra Marco Antonio Villa. Segundo apurado, várias ações judiciais serão propostas contra o historiador.
Segue a nota da ASBI na íntegra:
A ASBI – Associação Sionista Brasil –  Israel
repudia veementemente as acusações feitas pelo historiador Marco Antônio Villa contra o deputado e candidato à presidência da república Jair Bolsonaro.
Apoiamos Bolsonaro por reconhecermos nele um amigo, um admirador da cultura e tradições judaicas e um defensor da soberania do Estado de Israel.
Acreditamos na sua sinceridade e empenho para combater a ideologia marxista que está destruindo o Brasil.
Compreendemos que a sociedade brasileira foi esgarçada de tal forma, que a única oportunidade do país se reerguer e se livrar deste câncer é dando uma guinada à direita para se reequilibrar e voltar ao centro.
Entendemos que um Congresso forte e livre de progressistas no poder é o que vai devolver o país à normalidade e aos valores morais e éticos que estruturaram a nossa sociedade.
Decidimos que é chegado o momento de nos posicionarmos, e isso significa rejeitar qualquer administração pública de qualquer matiz de esquerda.
Urge que o país se oxigene para o seu próprio bem. Estamos intoxicados com a desmoralização dos valores judaico-cristãos que perverteram a sociedade, mudando a ordem das coisas a ponto de transformar a exceção em regra é a regra em exceção.
Aprendemos que um erro será sempre um erro, ainda que o pensamento vigente considere um acerto, ou que um acerto continuará sendo um acerto, ainda que o pensamento vigente considere um erro.
Colocamo-nos à disposição da família Bolsonaro para organizar quaisquer eventos que ajudem a esclarecer a posição política diante dos questionamentos que todos estão fazendo sobre diferentes e polêmicos temas. 
A ASBI apoia ideias que desenvolvam o país, que mantenham suas tradições, que preservem sua história e que eduquem os brasileiros de forma construtiva.
Ao acusar Bolsonaro e seus eleitores de nazistas, o historiador aponta seu dedo para boa parte da comunidade judaica que o apoia e se sente ofendida com este ataque desproporcional e histérico.
Se estes que o criticam de forma virulenta são os mesmos que se consideram e se apresentam como moderados, então são eles que nos mostram o que pode vir em seguida com os seus excessos e os seus julgamentos que assassinam reputações.
Equipe ASBI