sábado, 24 de junho de 2017

Esses atores vão acabar sendo linchados.


O ator Fábio Assunção foi detido na cidade pernambucana de Arcoverde após se desentender com policiais militares, na madrugada deste sábado (24). De acordo com o jornal Folha de Pernambuco, Fábio teria quebrado o vidro de uma viatura policial e xingado os PMs. Testemunhas disseram que o ator estava sob efeito de álcool.
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Em um vídeo postado na internet, é possível ver o ator algemado no fundo da viatura. "Chama o sargento, eu quero olhar no olho dele", diz Fábio. Em outro momento, ele acusa o policial de tê-lo desacatado. "Desacato é o que ele fez agora. Eu não sou criminoso, filho da puta. Pede um autógrafo pra ele", afirma.
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Em outro vídeo, pessoas que estava na festa filmam a detenção do ator. "Fábio Assunção acabando a festa de Arcoverde. Fábio Assunção passando vergonha. Olha a situação de um ator da Globo", são alguns dos comentários.
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Com informações de Correio 24 horas

“Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz”


A Corregedoria Nacional do Ministério Público (CNMP) instaurou nesta quarta-feira (23) procedimento para investigar a venda de palestras pelo procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba (PR).
A polêmica começou após o jornal Folha de S.Paulo mostrar que uma empresa estava oferecendo palestras do procurador por R$ 40 mil em seu site. A página foi retirada do ar, em seguida, e substituída por uma mensagem afirmando que a oferta não havia sido autorizada pelo palestrante. 
A empresa informou ainda que se retrata "por qualquer tipo de prejuízo e/ou situação que tenha vindo a causar ao Sr. Deltan Dallagnol". 
A empresa informou ainda que se retrata "por qualquer tipo de prejuízo e/ou situação que tenha vindo a causar ao Sr. Deltan Dallagnol". 
A representação foi feita pelos deputados federais do PT Paulo Pimenta (RS) e Wadih Damous (RJ) no começo desta semana e, de acordo com a Folha, será analisada pelo corregedor nacional Cláudio Henrique Portela do Rego sem prazo estabelecido. Segundo o CNMP, Portela participa de diligências no Estado de Goiás e só deve retornar a Brasília na próxima semana.
O corregedor tem três alternativas: arquivar o caso, abrir uma sindicância, ou abrir um Processo Administrativo Disciplinar(PAD). Se o PAD for aberto, uma comissão será montada dentro de um prazo para investigar, ouvir Dallagnol e preparar um relatório. Finalizado esse processo, o assunto entra na pauta de julgamento do plenário.
Os deputados responsáveis pela representação pediram que o procurador apresente a lista dos clientes que contrataram suas palestras desde 2014, os valores de cada palestra e a declaração dos clientes à Receita Federal. 
Defesa
Em nota à Folha, a assessoria do Ministério Público Federal do Paraná afirmou que "é claramente descabido a reclamação dos deputados". E informou que resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do CNMP reconhecem que integrantes podem realizar atividade docente gratuita ou remunerada.

A Procuradoria ainda disse ao jornal que a maioria das palestras prestadas para grandes públicos pelo procurador é gratuita e que em 2016 os valores foram destinados a entidade filantrópica - que não foi nomeada -, no total de R$ 219 mil. 
O procurador da Lava-Jato Deltan Dellagnol publicou uma nota neste sábado em que afirma que todo o dinheiro recebido por ele em palestras, no ano de 2016, foi "integralmente destinado para a construção do hospital oncopediátrico Erasto Gaertner". 

O hospital Erasto Gaertner que informou ter recebido, "integralmente e sem intermediários, o recursos referentes à realização de 12 palestras do procurador da República Deltan Dallagnol, que somaram R$ 219 mil". O que dá um valor médio de R$ 18.250 por palestra. 

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Um CRIMINOSO no limite da covardia.


O ex-governador do Rio Sérgio Cabral, já envolvido em mais de dez denúncias - e com certeza se envolverá em outras -, recebeu do juiz Sérgio Moro uma pena reduzida pelo que fez. Admitindo-se que outros processos se somarão à pena mínima, poderemos chegar a uma pena justa de uns 300 anos de cadeia para um delinquente que que quebrou o estado do Rio, com mais de 20 milhões de cidadãos.

Destruiu a hierarquia de todos os segmentos que do governo do estado são dependentes, quando seus servidores constatam que não vão receber salário, suas vidas se tornarão verdadeiros tormentos por não poderem dar comida aos filhos, por terem suas luzes cortadas, pela saúde sem remédio, pelo corpo sem roupa e execuções que a toda hora batem em suas portas, crianças morrendo por falta de hospitais, estado falido, sem qualquer perspectiva de recuperação nos próximos 20 anos.
E esse delinquente ainda envolve um chefe de Igreja como testemunha de suas delinquências. Tenta comprometer a única instituição que não está envolvida em seus desmandos. Qual o depoimento que pode prestar a seu favor o Cardeal do Rio de Janeiro, a não ser lhe perdoar, se o ex-governador sentir arrependimento de seus pecados de roubar?
Não. Indicou o representante no Rio de Sua Santidade, o Papa, para politicamente mostrar que o que fazia levava benefício para o segmento mais pobre. 

Ato de covardia. Devia chamar sim os chefes de seus restaurantes internacionais, os costureiros de suas grifes, os joalheiros de suas joias e seus comparsas de governo para mostrar à autoridade que jamais roubou sozinho. Que quando solicitava, era connoisseur da gastronomia e um dândi colecionador de joias raras e bonitas.
Hoje, com certeza, só a devolução do que roubou é pouco. O que merece esse senhor seria chamar Don Orani Tempesta, ou um outro sacerdote, para lhe dar a extrema-unção, se o país tivesse leis severas.

Rio de Janeiro? Fuja!!!


"Fuja do Rio de Janeiro, só fuja, não tem nada de maravilhoso aqui.
Não venha aqui atrás de emprego, não tem.
Não venha aqui atrás de qualidade de vida, não tem.
E se você der sorte, conquistar um bom emprego, ganhar muito dinheiro, não demonstre.
Se seu salário te dá condições de andar com o carro do ano, não compre. O vagabundo também quer o carro do ano, e ele vai tomar o seu. Sim, ele vai e ponto. 
Ande a pé ou combine o transporte com alguém... o transporte público não é recomendável, você vai ser assaltado.
Não existe "SE me assaltarem", o correto é "QUANDO me assaltarem".
Você que é carioca e ficou puto com o possível veto ao Carnaval 2018, alegando que o carnaval atrai muitos turistas, que dá muito dinheiro, que deve ser encarado como investimento e não como gasto... Pois bem, aonde vai parar o retorno desse investimento? Piada.
Enfim, isso aqui ta uma merda.
Sei que tenho amigos aqui que estão fora do país, fora do RJ, com saudades da cidade. 
Conselho: aguente firme. É melhor sentir saudades do que sentir uma bala rasgando a pele.
Aos amigos que estão pensando em começar do zero, tentar a sorte em outro canto, se você tem essa oportunidade: vá e não olhe pra trás.
Enfim, a cidade é maravilhosa sim, para uma corja de vagabundos agirem livremente. Eles vão te sacanear, vão levar o que você tem, você vai perder, eles vão ganhar. A certeza da impunidade é a cereja do bolo.
Não tem enrolação, não tem mensagens entrelinhas. O papo é reto e explícito. SÓ VÁ.

Para finalizar, gostaria de marcar o Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Prefeitura do Rio de Janeiro e dizer que vocês são merdas."
Por Matheus Laureano

quinta-feira, 22 de junho de 2017

O crime nas asas da FAB

Rocha Loures voou em avião da FAB para buscar mala com R$ 500 mil, aponta PF.

Há décadas vemos "delinquentes" políticos usando e abusando dos aviões de nossa Força Aérea, os quais sem o menos escrúpulo usam até para irem com família e convidados a festas de casamento que nada tem de oficial. Mas usar a FAB para cometer o crime já é demais!

Luís Cláudio Lula da Silva, filho do presidente, usou avião da FAB (Força Aérea Brasileira) com 14 amigos. Foi durante as férias de 2004. O deputado Eduardo Paes (PSDB-RJ) tentou de todos os modos verificar a veracidade da história. Só conseguiu confirmar a mordomia junto ao Gabinete Institucional da Presidência da República. Antes, havia feito sucessivos requerimentos à Secretaria-Geral da Presidência da República, Ministério da Casa Civil e Ministério da Defesa. Ninguém admitia o uso do avião oficial. Mas existiu. 

O ex-assessor do presidente Michel Temer, o também ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), pegou carona com o ministro Gilberto Kassab, da Ciência e Tecnologia, em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) de Brasília para São Paulo, onde recebeu no dia seguinte 10 mil notas de R$ 50 que totalizaram os R$ 500 mil na mala de propina da JBS.
Desde o momento em que decolou de Brasília, às 19h, Loures já estava sendo monitorado pela Polícia Federal, com a autorização do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). As informações sobre o voo integram o relatório da Polícia Federal que tem Temer e Loures como investigados e foram divulgadas nesta quinta-feira (22) pelo jornal O Estado de S.Paulo.
A PF também concluiu que Rocha Loures tinha uma grande preocupação de chegar a São Paulo no horário marcado. Por isso, mesmo com a possibilidade de voar em avião da FAB, o ex-assessor de Temer solicitou à sua assessora na Câmara, identificada como Alessandra, que utilizasse verba pública parlamentar para comprar uma passagem em voo comercial, caso houvesse algum imprevisto com a carona de Kassab.
“Entende-se uma preocupação em embarcar em tal dia, inclusive existe a menção a um jantar as 20 horas em São Paulo”, registrou a PF no relatório. “No mesmo diálogo, Rocha Loures menciona manter o voo com Kassab.”. Loures pediu à assessora que providenciasse "volta no outro dia, ou seja, após o encontro com Ricardo Saud", indica a PF, em referência ao lobista da JBS que entregou o dinheiro ao ex-deputado.

Na Alemanha já não suportam mais os muçulmanos.

Texto de uma médica tcheca.Ela é anestesiologista e trabalha num hospital de Munique. Vejam o que está acontecendo no atual ambiente multicultural da Alemanha, segundo o que ela relata.


"Ontem tivemos uma reunião sobre como a situação aqui e em outros hospitais de Munique ficou insustentável. As clínicas não conseguem lidar com emergências e assim começam a enviar tudo para os hospitais.
Muitos muçulmanos estão recusando ser tratados por funcionários do sexo feminino e, nós, as mulheres, estamos nos recusando a trabalhar entre africanos especialmente. As relações entre a equipe e os migrantes está indo de mal a pior. Desde o último fim de semana, migrantes que vão a hospitais têm que ser acompanhados por policiais.

Muitos migrantes têm AIDS, sífilis, tuberculose aberta e muitas doenças exóticas que, aqui na Europa, nem sabemos como tratar. Se recebem uma receita, aprendem na farmácia que têm que pagar em dinheiro. Isto leva à explosão de insultos inacreditáveis, especialmente quando se trata de remédios para crianças. Eles abandonam as crianças com o pessoal da farmácia e dizem: Então, curem-nas vocês! Portanto, a polícia não tem que proteger apenas clínicas e hospitais, mas também grandes farmácias.
Só podemos perguntar: Onde estão todos aqueles que, nas estações de trem e na frente das câmeras de TV, mostram cartazes de boas-vindas?Sim, por enquanto as fronteiras foram fechadas, mas um milhão deles já estão aqui e, definitivamente, não seremos capazes de nos livrar deles.Até agora, o número de desempregados, na Alemanha, era de 2,2 milhões. Agora vai ser 3,5 milhões. A maioria destas pessoas é completamente não empregável. Um mínimo deles tem alguma educação.

E mais: suas mulheres não fazem coisa alguma. Estimo que uma em dez está grávida. Centenas de milhares trouxeram consigo lactentes e crianças menores de seis anos desnutridas e negligenciadas. Se isto continuar, e a Alemanha reabrir suas fronteiras, eu voltarei para casa, na República Tcheca. Ninguém vai poder me segurar aqui, nem com o dobro do salário. Eu vim para a Alemanha e não para África ou Oriente Médio.
Mesmo o professor que dirige o nosso departamento falou da tristeza em ver a mulher da limpeza fazendo seu serviço, há anos por 800 Euros, e depois encontrar homens jovens estendendo a mão, querendo tudo de graça e, quando não conseguem, se alteram.

Eu realmente não preciso disso! Mas estou com medo de, se voltar, encontrar o mesmo na República Tcheca. Se os alemães, com os seus recursos, não conseguem lidar com isto, lá seria o caos total. Ninguém que não tenha tido contato com eles pode ter uma ideia de que espécie s que são, especialmente os da África, e como os muçulmanos agem com soberba religiosa sobre a nossa equipe.
Por ora, nosso pessoal ainda não foi reduzido, em consequência das doenças trazidas para cá, mas, com centenas de pacientes todos os dias, isso é apenas uma questão de tempo.

Num hospital perto do Rheno, os migrantes atacaram a equipe a facadas, depois de trazerem um recém-nascido de 8 meses, que estava à beira da morte, arrastado através de meia Europa, durante três meses. A criança morreu, depois de de dois dias, apesar de ter recebido os melhores cuidados, numa das melhores clínicas pediátricas da Alemanha. O médico teve que passar por cirurgia e duas enfermeiras foram para a UTI. Ninguém foi punido. A imprensa local é proibida de noticiar. Nós ficamos sabendo por e-mail.
O que teria acontecido a um alemão, se ele tivesse esfaqueado um médico e duas enfermeiras? Ou se ele tivesse jogado sua própria urina, infectada por sífilis, no rosto da enfermeira e a ameaçado de contaminação? No mínimo, iria ser preso imediatamente e depois processado. Com esse povo, até agora, nada aconteceu.

Então, pergunto: onde estão todos aqueles que saudaram sua vinda e os recepcionaram, nas estações ferroviárias? Sentados, bonitos em casa, curtindo suas organizações não lucrativas, aguardando ansiosamente os próximos trens e o próximo lote de dinheiro em pagamento dos seus préstimos como recepcionistas???!!!
Se fosse por mim, eu arrebanharia todos esses recepcionistas e os traria primeiro aqui, para a ala de emergência do hospital, para agirem como atendentes, depois para um alojamento de migrantes, para que possam cuidar deles lá mesmo, sem policiais armados, sem cães policiais, que hoje podem ser encontrados em todos os hospitais da Baviera, e sem ajuda médica."

Eis o teor do desabafo desta profissional, que nos pode dar uma ideia do que está sendo preparado, como futuro, através da multiculturação, que está sendo impingida aos povos do Velho Continente, principalmente à Alemanha.
Uma coisa é a solidariedade, e outra é a ingenuidade...

Texto retirado da Internet

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No Brasil, brasileiros esperam anos por licença e são preteridos por muçulmanos recém chegados. No Rio de Janeiro, nossos compatriotas ficam sujeitos a terem suas mercadorias apreendidas pela fiscalização enquanto os "imigrantes" obtém fácil e rapidamente.



A grande maquiagem se desfez.

A enchente, a corrupção, a falta de escolas e de professores, a falta de hospitais, a insegurança... nada acabou. 

O antigo prefeito fez tudo para maquiar o Rio de Janeiro, fez tudo para a cidade virar páginas do mundo inteiro. Hoje, mora em Nova York e é CEO de empresa chinesa com ligações estreitas com a venda de equipamentos e vagões para o metrô do Rio.
E hoje, o Rio que ele deixou volta a ganhar destaque quando a região mais rica da cidade submerge com uma chuva de dez horas.

O Rio do museu de bilhões de reais, do VLT de alto custo e benefícios sociais e financeiros sem resultado, e ainda com uma dívida de R$ 900 milhões, vê seu comércio falido e engolido pela inundação, por obras desnecessárias em suas ruas, como se essa água pudesse apagar o incêndio de suas contas atrasadas que levam à falência.
A região mais rica da cidade paga pela omissão de um prefeito que se preocupou em empreender bilhões de reais numa região onde se mata por um celular: a Zona Portuária, cercada por comunidades assoladas pela crise e pela destruição causadas por esses administradores nesses últimos anos. Administradores que fizeram com que os mais pobres e sofridos, na luta pela sobrevivência, não tenham sequer o direito - pela raiva do que veem na corrupção e na anomia - de respeitar as leis. Ainda mais quando estes mais pobres percebem que os "fazedores" das leis são também os fabricantes de suas desgraças, quando roubam e malversam o dinheiro público.
Ontem e hoje, o Rio de Janeiro é o retrato do que fizeram estes homens. Em compensação, pode ser também uma primeira paga para aqueles que vivem nessa região, onde esses quadrilheiros foram tão bem votados. 
Bombeiros auxiliam a retirada de pedestres que ficaram ilhados durante o temporal no Jardim Botânico 

Se a sofridão fosse só desses homens, tudo bem. Mas não é. É dos pobres trabalhadores, que voltam para as suas quatro horas diárias de transporte para casa, para poderem dormir quem sabe outras quatro horas, e depois gastar mais quatro horas para chegar aos seus locais de trabalho sacrificante e desgastante, onde ganham seus salários mínimos e adiam um pouco mais suas mortes de fome.