quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

As regras do jogo e o BAN


Há um jogo sendo jogado, todo dia, toda hora, a cada minuto.

Enquanto a Direita – A DIREITA TODA – não entender qual é esse jogo, não conhecerá as suas regras, e não estará em condições de vencer.


Só há dois jogadores à mesa: Globalistas e Antiglobalistas.

Ambos conhecem o jogo e suas regras, mas as peças que movem são pessoas, algumas que pensam, mas não a maioria. Estas, apenas ouvem o galo cantar, mas não sabem onde.
É nessas peças, o povo inocente e desavisado, que os jogadores confiam para dar o xeque-mate no outro.


Os militantes de Esquerda são uns militontos, pois, embora bem mais organizados, não sabem, com pouquíssimas exceções, a qual senhor servem, aos Globalistas, que têm como objetivo implantar um Governo Totalitário, onde todos – e eu disse TODOS – inclusive eles mesmos, serão escravos e reprimidos.

A maioria do povo, este desacostumado a se organizar politicamente para fazer valer a sua vontade, o que é o cerne da 

Democracia, mal percebe que navega ao sabor das ondas, guiado por ventos soprados por forças poderosas, mas invisíveis. Precisando desesperadamente ganhar a vida, mal lhe sobra tempo para um pequeno repouso nos intervalos da lida, repouso este no mais das vezes aproveitado pela mídia para lhe incutir ideias nocivas, criteriosamente preparadas para lhe deixar sempre tonto. 

Na verdade, é também inocente útil.

Globalistas estão preparando as suas peças, procurando avançar passo-a-passo na direção da vitória.
E eu já lhes disse quais são as armas escolhidas:


1) As eleições serão o campo de batalha;

2) Os Globalistas estão costurando um candidato que virá vestido de todos os discursos que o povo deseja ouvir, embora mentindo descaradamente, porque será um Globalista, travestido de Direita.
3) Demonizarão o candidato da Direita, para que os incautos não votem nele, abstenham-se, optem pelo BAN.
4) Tratarão de criar fatos diários que causem indignação em todos, fazendo-os desistir da política, convencendo-os de que “tudo está dominado e perdido”, o que levará – de novo – à abstenção, ao BAN.
5) No caso brasileiro, uma nova forma que causar indignação é bater e bater na tecla das urnas fraudáveis. Eu já vi o “trailer” desse filme. Uma palavra aqui, uma votação ali, um teste acolá, uma movimentação depois, mas o resultado que eu prevejo possa acontecer será fazer “engolir” o processo eleitoral que aí está.
O resultado disso já é previsível: muitos brasileiros, inclusive Intervencionistas (e são muitos mesmo), decidirão que, com tais urnas, não votarão. Completarão o BAN.

Os Globalistas, que planejaram o BAN desde o início, comemorarão, porque os seus inocentes úteis, amestrados, terão ido às urnas, TODOS.
Os Antiglobalistas morrerão na praia, em meio ao mar de votos que poderiam ter sido seus, se o povo soubesse as REGRAS DO JOGO.
Eu pintei esse quadro como uma hipótese apenas, porque não acho que o jogo está perdido.
Perdido estará, se a Direita não acordar e conhecer as regras do jogo.
Espero que este artigo chegue longe, muito longe.


BAN - Brancos, Abstenções e Nulos.

Enio Fontenelle, Coronel E.B.

Lembrem-se! Nas eleições de 2014, num universo de 144 milhões de eleitores, 44,6 milhões praticaram o BAN. Dilma teve 55,7 e Aécio 43,7 milhões de votos, sendo destes, um percentual grande da Direita que queria pelo menos uma mudança. Portanto, o BAN, praticado por "intervencionistas" é um forte aliado dos "Globalistas", é um "trunfo" a ser usado na continuidade do atual cenário.


Declaração do Juiz Federal Sergio Moro


O povo brasileiro tem nas mãos o poder de fazer justiça contra os políticos corruptos que tanto tem defraudado nossa nação, impondo ao povo brasileiro todo tipo de sofrimento e miséria.

Todo Congressista Nacional que não for reeleito, perde o “foro privilegiado” e, consequentemente será preso pela Polícia Federal, exatamente como ocorreu com o Deputado Eduardo Cunha.

Portanto povo brasileiro, você tem pela primeira vez na história desta Nação, a oportunidade de colocar na CADEIA esses intocáveis bandidos de colarinhos brancos.

Não anule seu voto, vote em quem não tem mandato, não reeleja nenhum deputado ou senador apontado em ilicitudes, ajude a Polícia Federal a passar nosso Brasil a limpo! Divulgue ao máximo, nós podemos mudar.
Ainda acredito que esta Nação possa proporcionar esperança de dias melhores para nossos filhos e netos.


Cordialmente, Sergio Moro – Juiz Federal à frente da Lava Jato

A maior fraude, se repetida em 2018, será feita pelos eleitores de Direita, que no pleito de 2014, 44,6 milhões se abstiveram de escolher um candidato. Se abstiveram por falta de candidato, o que não acontecerá em 2018. Continuar insistindo nas “urnas fraudáveis” é matar de vez a Democracia e investir na propaganda da esquerda.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

E os Brasileiros? O que estão fazendo?


A Lava jato por si não terá condições de punir exemplarmente os corruptos que dilapidaram o patrimônio público do Brasil por décadas, o processo legal é moroso e sujeito a um sem números de apelações. O retorno do que foi roubado também é um processo moroso e difícil que pode perdurar por anos e até sem resultados. Afinal, quem fez e faz as Leis que os podem acusar/condenar/absolver foram/são os mesmo hoje acusados. Mas para que serve então a Lava jato? Ela está servindo, desde seu início em 2009, para apontar culpados e os inviabilizar perante os eleitores brasileiros nas próximas eleições. O resultado será mérito ou culpa do eleitorado.


Poxa, os militares podiam intervir! Errado! Quem fez a merda que conserte! Mas os militares estão ajudando em muito neste cenário, dando ao povo Brasileiro uma chance de se regenerar do veneno comunista que lhe foi injetado por décadas e hoje sabemos as consequências.

Fala-se em fraude nas urnas. Sim, é possível que tenha acontecido, como também há a suspeita que a queda do avião de Eduardo Campos, forte concorrente nas eleições presidenciais passadas, não foi um acidente. Se houve fraude nas urnas ela aconteceu entre eles, já que não tínhamos candidatos de Direita. Lembrem-se! Num universo de 144 milhões de eleitores no Brasil, somente 99,4 milhões votaram, elegendo Dilma com 55,7 milhões de votos. Isso teve alguma fraude contra a Direita? NÂO! A maior fraude será se os 44,6 milhões de eleitores de Direita que se abstiveram, votaram em branco ou nulo em 2014, fizerem o mesmo em 2018 com um candidato realmente de Direita concorrendo à Presidência do Brasil.

Mesmo se houver essa possibilidade de fraude, o que eu acho difícil que ocorra em 2018, não subestime a inteligência de nossas Forças Armadas, que já se pronunciaram a respeito e quem sabe entender, entendeu. Não existem “hackers” só no mundo da corrupção, os melhores estão à serviço dentro das Forças Armadas.

Neste aspecto, os de Direita, se realmente os são, prestam um desserviço a Nação quando lançam falsos argumentos e acusações contra candidatos que disputarão as eleições de 2018 e possuem um perfil digno para isso, mesmo na Contra Revolução de 64 os políticos foram peças fundamentais para que o General Mourão Filho desencadeasse suas ações, destacando-se Magalhães Pinto, Adhemar de Barros, Carlos Lacerda e até Juscelino Kubitschek de Oliveira. Uns com participação mais efetiva e outro como voz apaziguadora. 


Não criem caos para deixar a opinião pública confusa! Existe um grupo não muito diferente dos petistas com relação à estratégia de desinformar, composto pelos “intervencionistas”. Eles querem que a população acredite na inevitabilidade da intervenção externa, de modo a impor um gestor mais confiável no comando do país. Sim, aqueles que pedem a intervenção militar conspiram contra o Brasil também. Ao serem liderados por pessoas sem conhecimento de causa, acabam se igualando aos petistas e seus satélites. Promovem discursos do tipo “fora todos”, inclusive agora contra Bolsonaro, com certeza de olho no pleito de 2018. Enquanto isso, a cúpula militar pede clima eleitoral tranquilo…


A ética dos que não têm ética


Por Carlos Arouck
Hoje vou começar o meu texto citando Andrew Breitbart "A luta é contra eles, eu vou apoiar qualquer candidato de direita, não importa, é nós contra eles. Se você não apoia nossos candidatos, você é uma vergonha para nosso lado. Se você não ajuda nosso lado por ter restrições ao candidato, você está do lado deles." É assim que funciona a máquina de desinformação que está em pleno vapor nas mídias tradicionais e principalmente nas redes sociais. No Brasil, os conservadores estão vencendo a batalha da informação e a batalha das virtudes. Aos poucos, conseguem reagrupar as famílias e com isso ganham força para realizar a contra revolução cultural, necessária por evitar que a esquerda continuasse impondo suas verdades goela abaixo do povo brasileiro, sem contrapontos.

A ciberguerra intensifica a guerra informacional. Algumas matérias jornalísticas são baseadas totalmente nos números falsos divulgados por institutos de pesquisa sem comprometimento com a ética e a transparência. Um exemplo atual é o do condenado Lula na frente das pesquisas sobre intenção de voto, com o intuito de transformá-lo em perseguido político ou mesmo em validar uma possível fraude eleitoral em 2018. Por vezes, essas pesquisas de opinião mostram, de forma variada e sem consistência científica, valores muito diferentes da realidade. 

Outro exemplo são aqueles que entram nas redes sociais com o intuito de cometer qualquer tipo de crime, os mais comuns são o racismo e a difamação. Esses criminosos virtuais querem chamar a atenção pois a seguir vinculam seu post aos apoiadores de uma personalidade política, como Jair Bolsonaro. Para fechar o ciclo da manipulação, a mídia tradicional, aqueles engajados em desinformar, destacam em letras garrafais a veracidade do fato não comprovado, uma forma de tentar atestar a veracidade sem que qualquer verdade realmente resida no fato. Os apoiadores de Bolsonaro, no caso, ficam mal vistos e com a pecha de serem todos racistas e homofóbicos graças a estratégias desse tipo.

Não é de hoje que os artigos mais conservadores estão sob ataque. Podemos constatar a entrada de pessoas em grupos conservadores interessadas apenas em desqualificar e debochar do discurso da direita ou postar nesses grupos propaganda da vitória do Lula no próximo pleito, por exemplo, além de outras matérias importantes para a causa dos desinformadores. Uma coisa em comum que tais postagens da esquerda têm é o recorrente apelo à ética. Impressionante como o novo despertar da ética no Brasil se tornou contagiante. Esse valor aparece em todo cibertexto da esquerda, talvez para compensar a falta da mesma na vida real. 

Eles clamam pela ética em uma tentativa de esconder a própria falta dela. Destacam fatos que ferem a moral do povo ligados a outros partidos e políticos não por se sentirem indignados. Longe disso! Fazem isso de caso pensado, para desvirtuar o foco da opinião pública de si próprios e livrar os seus da condenação moral pelos cidadãos. Como se os malfeitos de uns pudessem anular os de outros. Chamam a atenção para a prisão de alguém do PMDB visando cair no esquecimento o pedido de prisão contra notório político petista.

A meta final da operação em curso é reabilitar eleitoralmente o PT. O Partido dos Trabalhadores, você lembra? Esse mesmo, aquele que assaltou e quebrou o Brasil e tenta até o fim jogar a culpa nos outros, no presidente interino, no eleitor que ainda não nasceu. O novo ataque, o escolhido da vez, é o Diretor-Geral da Polícia Federal recém empossado por Temer. Leva a pecha de que sua finalidade é acabar com a Lava Jato, que nem mais se encontra no âmbito da PF, além de proteger o Presidente. Os controladores da informação tentam a todo custo expor o novo Diretor da Polícia Federal, inclusive sua sua vida familiar, sem escrúpulo nenhum, aparentemente numa tentativa de obter um salvo-conduto, um milagre, a salvação divina… Estabelecem aliança espúria com a mídia para continuar conspirando contra nossa nação. Até quando vão continuar a confundir e mentir?

O importante para essa gente é criar o caos e deixar a opinião pública confusa. Existe um grupo não muito diferente dos petistas com relação à estratégia de desinformar, composto pelos intervencionistas. Eles querem que a população acredite na inevitabilidade da intervenção externa, de modo a impor um gestor mais confiável no comando do país. Sim, aqueles que pedem a intervenção militar conspiram contra o Brasil também. Ao serem liderados por pessoas sem conhecimento de causa, acabam se igualando aos petistas e seus satélites. Promovem discursos do tipo “fora todos”, inclusive agora contra Bolsonaro, com certeza de olho no pleito de 2018. Enquanto isso, a cúpula militar pede clima eleitoral tranquilo…

E eu e você o que fazemos em meio a tantas armadilhas? Como perseverar na luta cívica contra a corrupção sem ser iludido e enganado pelos que desejam, a todo custo, santificar Lula e eximir de culpa os envolvidos na Lava Jato? Talvez a resposta melhor que possamos dar ocorra somente em 2018, por meio do nosso voto.

Termino citando a Síndrome von Stauffenberg que está progredindo para um número cada vez maior de conspiradores. “Uma Conspiração deixa de ser Conspiração, se der certo.”


Somos todos primeiros de turma!

Somos todos primeiros de turma!


Entre em qualquer “Base Aérea”; visite qualquer “Pelotão de Fronteira”; “adentre” qualquer unidade do Exército, Marinha ou Aeronáutica, que encontrarão tudo limpo; tudo funcionando; tudo na mais perfeita ordem e disciplina, por mais “sucateadas” que estejam as nossas Forças Armadas. Visite qualquer cidade “Americana”, e lá vocês encontrarão tudo limpo: - - “Keep Chicago Clean”! 

Tudo parecido com as nossas unidades militares, muito embora os “USA” não estejam sucateados, nem nas mãos de bandidos, como estamos por aqui.

Ninguém ouve mais falar no Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (FUNRURAL), criação dos militares. Muito mais justo; muito mais perfeito, muito mais sem os vícios dessas famigeradas “Bolsas-Esmolas”, a maior compra de votos existente neste mundo dito civilizado. 

Ninguém ouve mais falar nos “Conjuntos Residenciais” dos tempos da “Ditadura”. Comparem com essas verdadeiras favelas dos atuais conjuntos, todos caindo aos pedaços, e vocês poderão então avaliar melhor o que seria do Brasil se ainda nas mãos dos “Ditadores”. São tantas as comparações que poderíamos fazer! Mas não fiquem pensando que queremos a nossa volta, e dar a volta por cima; não! Nem pensar! 

Mas o que eu gostaria de dizer é que esses nossos “artistas”, esses nossos “intelectuais”, esses que fizeram suas camas durante a “ditadura”; esses que se apossaram da grande mídia; esses que hoje estão ricos, riquíssimos, e que, com medo da nossa volta, ratos com medo de gatos, não se cansam de solapar, de denegrir a imagem das nossas Forças Armadas; a “esses” todos gostaríamos de lembrar que, queiram ou não queiram, somos a reserva moral do Brasil; somos e continuaremos sendo como sempre fomos o braço armado e amigo que todo brasileiro deve, pode e poderá sempre confiar!

José Agostinho Maciel

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Nossa sociedade se faz de vitimada.


Intervencionistas que clamam por uma ação de nossas Forças Armadas que nos tirem da atual situação em que nos metemos, desconhecem a própria história que exigem que seja outra vez retomada.


Um “intervencionista” desqualifica um Parlamentar que em seu discurso faz referencia a necessidade de uma Intervenção Militar, já que o Parlamento está tomado por bandidos que só se interessam em locupletar do erário público em detrimento das necessidades da Nação. O “intervencionista” em questão é, segundo ele diz, militar reformado, há pouco tempo em manifestações nas ruas. O citado Parlamentar é Cabo do CBMERJ e na ATIVA, arriscou seu emprego para se lançar em acusações contra o governador Sergio Cabral, hoje preso. Não vou adentrar no mérito do Cabo Dacciolo, mas ele é um Parlamentar e, como em 64 tem todo o direito de se manifestar sobre este assunto.

Já os “intervencionistas”, que renegam de todas as maneiras os políticos, devem estudar com mais afinco a História e vislumbrar que o principal personagem do Contra Golpe de 64 só o fez por ter apoio de vários políticos da época.

Somos mesmo vitimas de políticos ou de nós mesmos que os eternizamos no Poder? Eleição vem, eleição vai e eles continuam lá. Sei é que “intervencionistas” ou não clamam por uma ação das Forças Armadas que os tirem dessa situação e a qualquer pronunciamento do segmento militar indicando o caminho, os taxam de só saberem falar e nada fazerem. Ora, o problema é nosso, eles nos protegem em nossas decisões! As decisões nós é que temos de tomar! Parem de achar culpados, eles estão diante dos espelhos em que nos miramos.


O Contra Golpe de 64 que teve o grande General Mourão Filho como personagem, não seria possível sem os políticos coadjuvante que também atuaram naquele cenário.


Figuras políticas foram importantes na decisão do General Olímpio Mourão Filho, a citar Magalhães Pinto, Adhemar de Barros, Carlos Lacerda e até Juscelino Kubitschek de Oliveira. Uns com participação mais efetiva e outro como voz apaziguadora.
Link: RVChudo

"Se tiver que haver, haverá! Por enquanto NÂO!

Dentro de nossa realidade atual, não se admite a tomada de Poder como algumas “lideranças” de movimentos intervencionistas sugerem, eles se esquivam de ouvir a história, não admitem a verdade, censuram os que ousem falar a verdade; ou seja, tornaram-se um desserviço à Pátria!




Coronel da FAB é detido por defender “intervenção cívica”

A “detenção” é ainda uma punição administrativa, mas ele também será alvo de uma sindicância que pode levar à abertura de inquérito militar.

O coronel-aviador Mauro Rogério, do Estado Maior da Aeronáutica, foi punido com quatro dias de detenção pelo comandante Nivaldo Rossato.
Rogério lidera o Movimento Brasil Futuro e tem postado vídeos (veja abaixo) na internet em que fala da crise política, comenta as declarações do general Mourão e defende o que chama de “intervenção cívica”.

“Não tem mimimi. Urge estarmos aqui de maneira colaborativa para construirmos desde já uma alternativa real, necessária, que passa pela única intervenção possível no momento: a cívica.”

Segundo o coronel, “loucos de plantão parecem estar rasgando a Constituição a todo instante”. “Nada é tão ruim que não possa piorar.”
A “detenção” é ainda uma punição administrativa, mas ele também será alvo de uma sindicância que pode levar à abertura de inquérito militar – com risco de ser condenado a até 18 meses de prisão.