sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Cada vez mais perto de você.

Uma senhora assassinada a tiros na Pavuna, num roubo de carro. Uma senhora esfaqueada e morta por marginais menores em Niterói.



A razão da mídia e das autoridades se calarem diante de tamanha violência é que eram pessoas de bem, inocentes, logo não causam comoção na imprensa, amante do crime. 

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Não causam revolta das ONGs de direitos dos manos, nos dePUTAdos do PSOL que tem voz na TV, logo essas duas senhoras, mães de família são "apenas números" numa estatística escabrosa!


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Quem Sobreviver... verá!

Essa guerra na Rocinha está apenas descortinando quão hipócrita é boa parte de nossa sociedade! Vários mortos, alguns queimados vivos, moradores baleados, moradores tendo seus carros roubados, casas invadidas, tendo seus bens destruídos MAS... NINGUÉM, absolutamente NINGUÉM fala nada! 

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Onde estão os artistas para fazer textão nas redes sociais (e olha que eles deveriam estar preocupados pois vem da Rocinha a maior parte do pó que eles cheiram e da maconha que fumam)? Onde está o incompetente e omisso chefe da Comissão de DH da ALERJ? Onde estão as manifestações, ônibus queimados, moradores desocupados pedindo justiça? Onde está aquele advogadozinho de porta de cadeia que só aparece se a vítima for morta por agentes do estado? Onde ele está, para ajudar as famílias dos mortos nessa guerra? Onde estão os policiólogos, sociólogos, maconhólogos com suas teses cretinas e estapafúrdias, falando daquilo que não sabe e não conhece? Sabem porquê do silêncio? Porque não é a PM que causou tudo isso! Dessa vez não tem como colocar a culpa na Geni! Não foi a PM que matou ninguém (nenhum ajudante de pedreiro) então isso não dá mídia, não dá Ibope e principalmente não da indenização para as famílias! Agora vemos todos atônitos verem mais de 60 vagabundos armados de fuzis patrulhando as ruas da favela, nossa que absurdo! Mas quando colocaram alguém lá que barrou essa putaria, armaram para ele, e o tiraram de lá! 

Agora paguem o preço! E aguardem que vai ficar pior, em breve quando eles vierem para o asfalto! 
Quem Sobreviver... verá!

Texto de Gilson Fernandes.




quinta-feira, 21 de setembro de 2017

General Mourão está em Comando do E.B.!


Um general quatro estrelas não se move de lá para cá sem critérios, ele tem funções tem funções específicas pertinentes ao seu posto, para onde fosse remanejado, exerceria forte influencia sobre seus comandados. Foi para Brasília, onde pensavam não exercer essa influencia. Enganaram-se!

São quase 600 parlamentares que formam o Congresso Nacional composto do Senado e Câmara dos Deputados e, desse total existem pessoas bem intencionadas que não levantam suas vozes por temerem a perda de seus mandatos, bem como sabem que outros já foram assassinados em acidentes não muito bem esclarecidos.


O General Mourão não ousaria tanto se não tivesse respaldo, se não tivesse pessoas do Legislativo e STF do seu lado. Afinal, a morte de Teori Zavascki deixou alguns Ministros receosos.


A Maçonaria em esteve presente nas grandes mudanças ocorridas neste País e hoje não está sendo diferente. Sabe-se que o bem e o mal, pessoas, fazem parte da Irmandade. Mas os do bem estão atentos e se movimentando para que os do mal sejam desmascarados.


O pânico dos criminosos foi imediato, requerimento para intimar o Ministro da Defesa, Comandante do Exercito e o General Mourão, este ultimo mesmo que coercitivamente, à força, preso. Perderam o senso do ridículo.

Mourão falou sim em nome do Exercito Brasileiro e, embora o ministro comunista da defesa tenha pedido punição para o general, o Comandante do Exercito não obedeceu. E mais ainda, O General Villas Boas que durante sua fala no Senado disse que Intervenção Militar só a pedido do Chefe de um dos Três Podres, acrescentou “na iminência de um caos”.

Embora Villas Bôas não admita ter o general Mourão falado em nome do Alto Comando, ele foi taxativo quando disse “minha visão e de meus companheiros do Alto Comando do Exercito”. O que leva a crer que o General Mourão tem apoio irrestrito de seus pares, ao contrario do general Villas Bôas que fica sozinho, restando-lhe acatar permanecendo no comando, mas não em Comando.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

INTERVENÇÃO MILITAR SIM, JÁ!!!!!

“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam, não se manifestam”

Gen Marco Antonio Felicio da Silva

O afastamento dos chefes militares da cúpula do poder, com a criação do MD, moeda de troca política e entregue a incapacidade de civis, incluso de corruptos, como demonstram os anos de sua existência, se deu por pressão externa. Um grande erro, pois, vivemos contexto, histórico, social, político, econômico e militar, diferente de qualquer outra nação e não podemos dispensar, embora a existência de regime democrático, da atuação política das Forças Armadas por meio de seus chefes.

Há anos que os comandantes das Forças Armadas (FFAA) convivem amistosamente e em silêncio obsequioso com diferentes chefes e autoridades de governo, independentemente de políticas espúrias que tentam impor à Nação, da corrupção intensa e do aparelhamento ideológico que permeiam os poderes da República.

Jamais opinando quanto aos graves problemas de toda ordem que envolvem o País, incluso sobre aqueles que colocam a Segurança da Nação em risco e que atingem diretamente a existência de um Estado Democrático de Direito.

Dessa forma, chegamos, hoje, à inaceitável situação, desesperadora para uma Nação que as FFAA têm a obrigação constitucional de tutelar. TUTELAR, sim, isto é, proteger , defender, como ensina qualquer bom dicionário.

Assim, renovando as esperanças dos patriotas civis e militares, da Ativa e da Reserva, ouvimos a recente palestra do Gen de Exército Mourão, cujo preparo, coragem moral e liderança militar são inegáveis. Traduziu a voz da maioria da população e de militares, asseverando a necessidade de uma intervenção militar caso o caos em que vivemos se torne pior do que já o é, findando com a sangria da Nação, estupefata e insegura, efetuada por enorme e poderosa quadrilha que do governo se apoderou.

Contra Ele se levantou a totalidade dos idiotas esquerdopatas que levaram o País ao fundo do poço e aqueles que compõem tal quadrilha, principalmente de políticos e empresários, tentando desmoraliza-lo, mostrando-o como indisciplinado e golpista. E, assim, o fazem para salvar a própria pele.

O Gen Mourão, disciplinado e leal ao Comandante do Exército, reafirma a necessidade da ação legal da Força ao agir, da legitimidade que tem para tal, visto o imenso apoio da população, e que não seja causadora de qualquer instabilidade, o que é o obvio ululante, como diria o saudoso Nelson Rodrigues. Quanto a ser isenta, têm as FFAA um só partido: A Nação brasileira e os que defendem os interesses nacionais.

O General Mourão, ciente da responsabilidade da defesa da soberania da Nação, homem inteligente, informado e preparado intelectualmente, sabe também, que os poderes republicanos estão apodrecidos, dirigidos e dominados por reconhecidos bandidos. Já não funcionam harmonicamente e a grande maioria da população já não se vê, por eles, representada.

O Executivo tem Presidente ilegítimo, Cmt em Chefe das FFAA, acusado pelo Procurador Geral da Republica como chefe de organização criminosa. As discussões e ações, intra e entre poderes, são tumultuadas, e os problemas de natureza estratégica do País estão relegados ao esquecimento. Decisões são tomadas irresponsavelmente, mesmo as que afetam a Segurança Nacional.

O sentimento de insegurança é crescente, o desemprego continua alarmante. O deficit fiscal é impressionante.
Inteligente, o Gen Mourão não pode acreditar na reconstrução do País pela corja que aí está. A atual Constituição tem que ser substituída por outra privilegiando mais deveres do que direitos, consentânea com o caráter nacional. Impunidade zero bem como nula a tolerância com criminosos.

O próprio Comandante do Exército afirmou que o País está a deriva.
Assim, o discurso do Gen Mourão não pode ser considerado uma novidade. Os princípios sensíveis do Poder Republicano estão corrompidos, o que torna a intervenção das FFAA constitucional e obrigatória, independentemente da ordem de qualquer Poder.

As aproximações sucessivas já terminaram com o insucesso da intervenção das FFAA contra o crime organizado no Rio de Janeiro.
E terminaram ao mesmo tempo em que se inicia, fortemente, o solapamento da legitimidade das FFAA, característica que não podemos perder a qualquer custo, por culpa de um Ministério da Defesa politizado.

INTERVENÇÃO JÁ !!!!!!!! - Verdade Sufocada



terça-feira, 19 de setembro de 2017

DO QUE FALOU O GENERAL?


A balbúrdia política que tomou conta do Brasil é tão grande que prejudica até a compreensão de fatos evidentes que dizem respeito a todos nós.  Parece que há no País um default de bom senso e conhecimento.

Quando um ex-presidente prega, em seu exclusivo benefício, uma eleição que não está prevista em lugar algum da Constituição, simplesmente para confrontar a Lei que ele violou, a ideia toma foros de legitimidade e os golpistas por natureza comemoram.

Quando se levantam os protestos contra um presidente no exercício do mandato que tenta levar generais ao Planalto para lhe emprestarem solidariedade contra um outro poder constituído, as vivandeiras profissionais fazem cara de paisagem.

Mas quando um general de quatro estrelas afirma que o Exército tem planejamentos para atuar na eventualidade de uma falência das instituições nacionais, em um momento que o País enfrenta a mais grave crise em mais de cinquenta anos, as cassandras do pseudolegalismo se agitam.

E aí entra em ação o velho esquema movido a má fé e ignorância que se vale de desgastados clichês para fazer crer que os generais ameaçam a democracia e o Estado de Direito.      
Será? Antes de mais nada, é bom distinguir quem ameaça o quê.

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De que generais precisa o Brasil?
Dos que empoleirados no poder calam e consentem ante um quadro de flagrante deterioração social e política do País? E que, anônimos e serviçais, ainda por cima criticam os que, por fé de ofício, posicionam-se diante desse quadro?

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Ou o Brasil precisa dos generais que dizem o que a Nação espera ouvir: que, na hipótese de persistir a degringolada política e institucional do País, o Exército atuará de acordo com suas responsabilidades constitucionais, segundo um estudo de situação continuamente atualizado e um planejamento consistente? E que, movidos pelo dever, o fazem desassombradamente?

Persiste em largos segmentos da sociedade brasileira o desconhecimento sobre o Exército e o seu papel. Tanto daqueles que vêm pregando uma intervenção à revelia dos poderes constitucionais, quanto dos que pretendem que ele se quede mudo e omisso diante da falência desses mesmos poderes.
Mas uns e outros podem guardar suas faixas e apitos, por que não vai aconte cer nem uma coisa e nem outra.

O Comandante do Exército, o General Mourão e outros chefes militares têm falado a mesma coisa: que o Exército atuará sempre de acordo com suas missões constitucionais, orientando-se em meio a essa grave crise pelos princípios da legitimidade, legalidade e estabilidade.

Que a situação é grave ninguém de bom senso e minimamente informado desconhece ou nega. Mas o que parece não estar sendo percebido pela sociedade é a extensão e agudeza dessa gravidade.
Existem interesses nacionais de grande relevância para a sociedade brasileira que não podem ser comprometidos diante de um apagão institucional.

O mais crítico, neste momento, é o da segurança, já em colapso no Rio de Janeiro, onde as Forças Armadas não vêm recebendo os recursos orçamentários mínimos para cumprir suas missões, ou pior, estão sendo colocadas à disposição de quem não tem competência alguma para empregá-las.

E diga-se, como em outras áreas públicas, recursos em montante inferior ao encontrado no apartamento de um único corrupto, o que suscita a hipótese de o crime no Brasil dispor de mais poder e recursos do que as instituições que defendem o Estado, a sociedade politicamente organizada, no caso, todos nós.

Mas se no Rio de Janeiro e em outros Estados as ameaças já são dramáticas, existem outras, menos visíveis, mas nem por isso menos importantes, que atingem a soberania, a incolumidade do patrimônio nacional e a paz social, todas inalienáveis.

O Estado de um país com o tamanho, a complexidade e a importância do Brasil não pode entrar em colapso ou ser capturado por interesses não nacionais.
Essa hipótese existe? Existe sim.

O General Mourão não precisa de intérpretes ou defensores. Nem ele falou em nome do Exército, que só se manifesta pela voz de seu Comandante. Para entender as manifestações das Forças Armadas é preciso estuda-las e compreende-las, como instituições, nas suas estruturas, culturas e missões.

As palavras do General Mourão expressam uma unanimidade do Alto Comando em torno do compromisso da instituição Exército com o Brasil. Há décadas, as Forças Armadas brasileiras não trabalham com hipóteses, mas sim com capacidades.

E o general falou da capacidade do seu Exército, do meu Exército, do nosso Exército – instituição nacional, regular e permanente, organizada com base na hierarquia e disciplina – atuar na defesa da Pátria e como última barreira  na manutenção da Lei e da Ordem.

Para decepção de golpistas, vivandeiras e cassandras, o general falou do Exército que o Brasil tem.

Dr. Sérgio Paulo Muniz da Costa - Jornal do Comércio



Não foi um aviso, foi um ULTIMATO!

A Instituição Exercito Brasileiro está acima de seu Comandante, que se em algum momento não o representar, há razões para que aconteça a “quebra da hierarquia” em seu nome.




Em 2015 já havia postado texto com essa indicação e hoje não só a “Quebra da Hierarquia” aconteceu como também a Intervenção. Sim, Intervenção!

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Desde o inicio da “Lava Jato” o Brasil pretendia limpar o País democraticamente, com respeito as Instituições enquanto elas cumprissem seu papel constitucional. Mas ela, representadas por seus componentes, não corresponderam. O acusa não acusa e o prende solta de políticos com notável “saber criminoso” em conluio com um STF manipulável e sem o “notável saber jurídico”, propiciaram uma reação.


E a reação foi na pessoa do General Antonio Hamilton Mourão, que falou em nome do Comando do Exercito Brasileiro.

A Instituição Exercito Brasileiro goza de conceito junto a sociedade, mas, este conceito vem caindo dia a dia na medida em que não se manifesta contra o que está acontecendo. Se por um lado a Polícia Federal cumpre seu papel respaldada pelos Promotores e Juízes da Lava Jato, de outro o STF montado por indicados políticos destrói o que foi feito.


O General Mourão começou a se pronunciar anos atrás, quando Comandava o Comando Militar Sul,declarando que era preciso um "desperta para a luta patriótica". Após isso foi transferido para Brasília, lugar chave para que se fortificasse seus laços e motivasse seu pronunciamento atual.


Ora, que general iria publicamente se pronunciar sobre política, na ativa, fardado e em conformidade com seus colegas do alto comando do E.B. sem estar devidamente apoiado? Só um louco! Embora tomadas por delinquentes lesa pátria, as instituições ainda possuem componentes insatisfeitos, componentes que têm suas vozes caladas pela maioria corrupta, uma maioria que mata se contrariada. São estas pessoas que estão ao lado de Mourão, sendo elas do Congresso Nacional e do Judiciário.


"Ou retiram da vida pública esses elementos envolvidos em ilícitos, ou então nós teremos que impor isso!" (General Antonio Hamilton Mourão)

O General Mourão não falou por ele, falou pela Instituição a que pertence, falou com o compromisso que todos fizeram junto à Pátria.

A esquerda se assanhou e começa a se manifestar, os corruptos estão em polvorosa. O ultimato pode ser cumprido se necessário!


Os jornais também começam a se pronunciar, inclusive sugestionando punição, como se esse poder lhes pertencesse ou que pudessem ditar as ordens. 

Mais à frente teremos ideia mais solidificada sobre as consequências da fala do general Mourão, ou o País se acerta ou acertamos nós.

Obs: Não esqueçam que a Maçonaria esteve presente em todas as mudanças ocorridas no Brasil.


O Rio de Janeiro em vídeos e fotos.


As imagens são da realidade atual do Rio de Janeiro, onde assassinos agem impunemente, sob a proteção das leis, da Justiça e de políticos narco traficantes.


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Compare com imagens de conflitos armados no Oriente Médio e verá semelhanças, isso que acontece aqui já é uma guerra.




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Não se trata de adversários, tratam-se de inimigos prontos a matar sem qualquer constrangimento.


Sejam seus desafetos ou qualquer um da sociedade está na iminência de ser a próxima vitima.

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São dois “estados” em conflito, um gerido pela legalidade e outro que não tem regras.


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E quando um dos lados insiste em não aceitar regras, o Estado legalista tem o poder de usar legislação existente em caso de conflitos, principalmente quando o oponente usa de terrorismo e extrema violência contra tudo e contra todos.

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Após o acontecido, “especialistas” voltam suas palavras contra a polícia que, diante da força desproporcional diante da sua capacidade de reação, preservou suas vidas e a de muitos outros inocentes. Esses “especialistas” são os mesmos que defendem uma política de não confronto, mas se o confronto pode promover morte de policiais, eles defendem.