quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Beba Bolsomito!


A esperança de reverter os anos de desempenho ruim da empresa Open Creative, especializada em produtos de beleza, está no deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ). Mas o sócio Fabio Bezerra da Silva, 42 anos, se apressa em dizer que isso não significa que ele seja um apoiador do pré-candidato à Presidência.

Sua companhia lançou no final do ano passado a bebida energética Bolsomito, inspirada em Bolsonaro, com o objetivo de vender mais e superar um momento de baixa no mercado, diz. “O propósito de toda ideia comercial é venda, queríamos simplesmente vender, adquirir lucro, lançar novos produtos e dar continuidade aos nossos planos.”
A companhia, criada em 2013 em São José do Rio Preto (SP), conta com 11 profissionais e possui linha de 22 produtos cosméticos, vendidos para salões de cabeleireiro e via internet. Silva diz que ter outras linhas de produtos estava nos planos da empresa desde seu lançamento, porém os sócios decidiram ter um portfólio mais completo de itens de beleza antes de entrar em novos mercados.
A ideia para a nova marca veio quando o sócio de Silva, Frederico Peres Michel, 28 anos, viajou para Brasília para visitar parentes. Os dois começaram a brincar que ele deveria também passar pelo gabinete de alguns deputados. Daí veio a ideia que Silva chama de tacada de mestre: “Enquanto ele estava lá, começamos a trocar mensagens sobre isso. Eu logo mandei a foto de um rascunho da marca para ele”, conta.
Não é preciso ser um grande publicitário para perceber que a marca “BOLSONARO” é um sucesso!


terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Helicóptero da Globo cai e deixa dois mortos


Um helicóptero da TV Globo caiu na manhã desta terça-feira (23) na praia do Pina, na Zona Sul do Recife, de acordo com informações do portal G1. O acidente aconteceu por volta das 6h15 com o Globocop da emissora que fazia imagens para o jornal Bom Dia Pernambuco.

Segundo informações do Samu, três pessoas estavam na aeronave. Duas morreram e a outra foi encaminhada para o Hospital de Restauração, no centro da capital. Há informação de um quarto tripulante, que ainda não foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros.

De acordo com informações preliminares, uma das causas pode ter sido a chuva forte que caía no local na hora do acidente. A aeronave prestava serviços para a emissora há mais de 15 anos.



As vítimas foram identificadas como o piloto Daniel Galvão, 37 anos, a 1º sargento da Aeronáutica Lia Maria Abreu de Souza, 34, e o operador de sistemas Miguel Brendo, 21 - esse último o único sobrevivente do acidente. 


Carreata dia de São Sebastião


Como combinado há cerca de um mês, com chamadas diárias para que intervencionistas comparecessem, cerca de 15 se fizeram presentes, em quatro carros, um carro de som e duas motos.




Onde estão estes intervencionistas que se dizem serem mais de 50% da população? Acho que estão delegando competência a outros “intervencionistas” aproveitadores da situação que sabedores desta desmotivação presencial, recebem dinheiro sem prestação de contas para “representar” os ausentes. Mas existe intervencionista por delegação? Claro que não!

É por isso que os ditos “lideres” de certos grupos rejeitam qualquer referencia com Jair Bolsonaro, ele não bancou os aproveitadores, não lhes deu um tostão. Sabe que são ativistas profissionais.


Sou sim pela eleição de Jair Bolsonaro e vejo ele como um instrumento de Intervenção. Todo intervencionista que diz confiar em suas Forças Armadas deve confiar que esta eleição não será como as outras, a capacidade de nossas Forças é suficiente para ultrajar as urnas fraudáveis.


Mas voltando a carreata, poucos estiveram lá, deixando seu lazer, suas obrigações familiares para se dedicar a Nação, a Sociedade, ao bem estar no futuro das gerações vindouras. Sem nada pedir, só a presença física, já que não há delegação.


Me senti honrado em fazer parte deste seleto grupo, que demonstraram com suas falas estar preocupado com o Brasil e não com mesquinhes de interesses.



A concentração foi em frente a oficina de trens em Deodoro e entre carro enguiçado que contou com a solidariedade dos demais, todos partiram juntos com destino ao Centro do Rio, onde se fizeram ver e ouvir.


“A BATALHA DE PORTO ALEGRE”


Longínqua é a época em que o PT se vestia de defensor de outra forma de participação política, procurando seduzir não somente os incautos do Brasil, mas também os do mundo. A soberba já naquele então desconhecia limites, mas apresentava-se com as sandálias da humildade.

Era o mundo da dita “democracia participativa” e da mensagem, no Fórum Social Mundial, de que um “outro mundo era possível”. Porto Alegre tornou-se o símbolo que irradiava para todo o País, e para além dele, transmitindo a imagem de uma grande solidariedade, de uma paz que o partido encarnaria.

Para todo observador atento, contudo, a farsa era visível. Porém foi eficaz: levou o partido a conquistar três vezes a Presidência da República. Mas deixando um rastro de destruição, com queda acentuada do PIB, inflação acima de dois dígitos, mais de 12 milhões de desempregados e corrupção generalizada. Dirigentes partidários foram condenados e presos a partir do “mensalão” e do “petrolão”. Antes, o partido tinha um currículo baseado na ética na política; hoje, uma folha corrida.

No dito orçamento participativo das administrações petistas de Porto Alegre já se apresentavam o engodo, a enganação e, sobretudo, o desrespeito à democracia representativa, tão ao gosto dos petistas atuais. Reuniões de 500 pessoas em bairros da cidade, nas quais um terço dos participantes era constituído por militantes, decidiam por regiões inteiras de mais de 150 mil ou mesmo 200 mil habitantes. Impunham uma representação inexistente, numa espécie de autodelegação de poder. O partido tudo instrumentava, arvorando-se em detentor do bem, o bem partidário confundido com o público.


Num Fórum Social Mundial, os narcoterroristas das Farc foram recepcionados no Palácio Piratini, sob o governo petista de Olívio Dutra. Lá, numa das sacadas do prédio, em outra ocasião, discursou, com sua arenga esquerdizante, Hugo Chávez, líder do processo que está levando a Venezuela a um verdadeiro banho de sangue, com a miséria e a desnutrição vicejando como uma praga – a praga, na verdade, do socialismo do século 21.

Eis o “outro mundo possível”, louvado pelos atuais dirigentes do PT. A vantagem hoje é a de que a máscara caiu. O partido, pelo menos, tem o benefício da coerência.

A máscara caindo mostra com mais nitidez que a democracia representativa nada vale e que a violência é o seu significante. A mensagem de paz tornou-se mensagem de sangue. A presidente do partido não hesitou em afirmar que a prisão de Lula levaria a “prender” e a “matar gente”. A tentativa de conserto posterior nada mais foi do que um arremedo.

Conta o fato de ter ela expressado uma longa tradição marxista-leninista de utilização da violência, da morte, acompanhada, segundo essa mesma tradição, de menosprezo pelas instituições democráticas e representativas, na ocorrência atual, sob a forma de desrespeito aos tribunais. A democracia, para eles, só tem valor quando os favorece. Desfavorecendo-os, deve ser liminarmente deixada de lado. Mesmo que seja sob a forma jurídica de pedidos de liminares, para que a luta continue.

Não sem razão, contudo, o PT e seus ditos movimentos sociais consideram este dia 24 como decisivo, o de seu julgamento. Para eles, tal confronto se exibe como uma espécie de luta de vida e morte. Nela, ao jogar-se a candidatura de Lula à Presidência da República e caindo, em sua condenação, o ex-presidente na Lei da Ficha Lima, está em questão a “vida” do candidato e do seu partido. Este, aliás, escolheu identificar-se completamente com seu demiurgo, selando com ele o seu próprio destino. O resultado é uma batalha encarniçada, o seu desenlace constituindo-se numa questão propriamente existencial.

A imagem da “morte”, segundo a qual os militantes fariam sacrifício por seu líder, por não suportarem a prisão dele, nada mais faz do que revelar o profundo divórcio entre o partido e a democracia representativa, com as leis e suas instituições republicanas. Pretendem sujar a Lei da Ficha Limpa com o sangue de seus seguidores.

Assim foi na tradição leninista: os líderes mandavam os seguidores para o combate e a morte, permanecendo eles vivos; e depois, uma vez conquistado o poder, usufruindo suas benesses. O sangue do ataque ao Palácio de Inverno e a vitória da revolução bolchevique levaram aos privilégios da Nomenklatura, dominando com terror um povo que veio a ser assim subjugado.

Segundo essa mesma lógica “política”, sob a égide da violência, Lula e os seus dividem apoiadores e críticos nomeando os primeiros como “amigos” e os segundos, “inimigos”. Sua versão coloquial é a luta do “nós” contra “eles”, dos “bons” contra os “maus”, dos “virtuosos” do socialismo contra os “viciados” pelo capitalismo. Ora, tal distinção, elaborada por um teórico do nazismo, Carl Schmitt, é retomada por esse setor majoritário da esquerda, expondo uma faceta propriamente totalitária. Lá também a morte, o sangue e a violência eram os seus significantes.

O desfecho do julgamento do dia 24, estruturante da narrativa petista, será vital para o destino do partido. Em caso de condenação, o que é o mais provável, o partido continuará correndo contra o tempo, numa corrida desenfreada por meio de recursos jurídicos, procurando esgotar os meios à sua disposição do Estado Democrático de Direito.

Assim fazendo, tem como objetivo produzir uma instabilidade institucional que venha a propiciar-lhe a reconquista do poder, produzindo um fato consumado numa eventual eleição sub judice. Seria consumar a morte da democracia representativa, solapando seus próprios fundamentos.


Resta saber se o partido conseguirá, para a concretização de seu projeto, realizar grandes manifestações de rua. Se lograr, a democracia representativa correrá sério risco. Se malograr, o partido estará fadado a divorciar-se ainda mais da sociedade. A narrativa soçobraria na falta de eco.

Denis Lerrer RosenfieldProfessor de filosofia na UFRGS

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Aturando o monstrinho que ajudou a criar

Movimentos sociais ocupam sede da Rede Globo, no Rio.

Movimentos sociais ocupam a sede da Globo no Rio de Janeiro na manhã desta segunda-feira (22)  no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio de Janeiro. O objetivo da ação é criticar a cobertura do grupo de mídia das acusações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O Levante Popular da Juventude informou que cerca de 150 pessoas estão acampadas no prédio da emissora na Rua Jardim Botânico. "Sede da Rede Globo no Rio de Janeiro ocupada! Globo condena Lula. O povo enfrenta a Globo", escreveu o movimento em página no Facebook. 
O recurso de Lula contra a condenação a nove anos e meio de prisão, determinada pelo juiz federal Sérgio Moro no caso do tríplex do Guarujá, será julgado nesta quarta-feira (24) pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre.


A emissora, que por décadas ajudou a alimentar esses "monstrinhos" de esquerda, hoje amarga sua presença. Omissão que ainda vai sair muito mais caro.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

TSE recusou ajuda do Instituto Militar de Engenharia (IME).

TSE recusou ajuda do Instituto Militar de Engenharia (IME) para fabricação de urnas eletrônicas com voto impresso.

O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o Instituto Militar de Engenharia (IME) ofereceram seus serviços para desenvolver o novo protótipo das Urnas Eletrônicas do Brasil,  com votos impressos.  Mas misteriosamente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recusou.

Segundo a publicação de O Antagonista, “a decisão do ministro Gilmar Mendes, atual presidente do TSE, foi contratar, por R$ 7 milhões e sem licitação, a empresa de tecnologia que pertence aos dois filhos de um ex-ministro de José Sarney, ambos envolvidos nas rumorosas denúncias de fraude no Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo na falência da indústria Trol Brinquedos.”
“É muito estranho. Outros institutos, como o ITA e o IME, se ofereceram para desenvolver a nova urna. Mas, o TSE optou pela Flextronics”, afirmou a advogada Maria Aparecida Rocha Cortiz, da equipe de Modesto Carvalhosa e autora do requerimento feito à Corte Eleitoral. Segundo ela, há claros indícios de irregularidades. “O TSE vai comprar as urnas de quem desenvolveu um protótipo financiado com recursos do próprio TSE. É um ótimo negócio!”, alertou Cortiz.


Parabéns aos maringaenses!


O PT junto com o desequilibrado Requião e a senadora petralha Gleisi Hoffmann, planejavam fazer hoje, 13/1/2018, uma manifestação em Maringá, terra natal do meritíssimo juiz Sr. Sérgio Moro, o intuito do PT era fazer uma manifestação com o povo de Maringá contra a lavajato e contra Sérgio Moro. Contudo o que aconteceu foi exatamente o contrário.

População de Maringá faz ato em repúdio a presença de Gleisi Hoffman e Roberto Requião.




A população de Maringá ficou revoltada com o PT e fez uma manifestação de apoio à lavajato e ao excelentíssimo juiz Sérgio Moro.

      A população de Maringá põe a turma do PT pra correr.



 A manifestação já terminou.....disseram que o requião e a gleisi chegaram no aeroporto de Maringá hoje cedo e souberam da manifestação contra eles na igreja, que fica em frente à câmara dos vereadores, onde seria o evento do PT e  voltaram para Curitiba no mesmo avião, ficaram com medo! Na câmara 400 pelegos ficaram lá dentro presos até acabar a manifestação em prol do Brasil e contra os corruptos. Eles estavam com medo de sair! Parabéns aos maringaenses!