segunda-feira, 30 de novembro de 2015

AS OLIMPÍADAS E O EXÉRCITO DO PT

De bom tempo para cá enxurradas e mais enxurradas de imigrantes ilegais estão livremente entrando, circulando e ficando no território brasileiro. Observa-se nas estações rodoviárias de todos os lugares jovens de boa compleição física, que pela aparência e atitudes demonstram que são de outras regiões do mundo. Aos olhos do observador, predominam os africanos e  os haitianos.


Sem dúvida essas imigrações ilegais não são espontâneas e decorrem de uma política muito bem estudada e planejada, com possíveis objetivos de ulterior “utilização” dessa gente como uma força capaz de  ajudar na implantação do domínio absoluto da sociedade brasileira, ou seja, na implantação do ABSOLUTISMO (que eles chamam de “democracia”), que se pensava banido da civilização.

Parece que esses imigrantes clandestinos não têm qualificações profissionais superiores às dos brasileiros, para que eventualmente pudessem ser úteis no preenchimento de certas lacunas. Mas longe está de repetir-se o fluxo de imigrações ocorrido nos Séculos XVIII e XIX, que na verdade só trouxe bons resultados ao desenvolvimento do Brasil, principalmente na produção rural e no industrialismo nacional. Essa foi uma imigração significativamente construtiva, enquanto o mesmo não se pode garantir com a que hoje está em curso, talvez até de caráter “predatório”, não só por ausência de formação profissional adequada, mas também por concorrer com a mão de obra desqualificada disponível e ociosa dos brasileiros, agravando sobremaneira o desemprego dos nacionais.


Essa gente deve ter caído numa armadilha e acreditado em promessas mentirosas “lá fora”( Lula estava na África com frequência), e aqui chegando talvez tenham até que se submeter ao trabalho quase escravo e à exploração de empregadores sem escrúpulos sociais. É evidente que não foram “importados” para que pudessem melhorar a qualidade de vida, ou progredir na pirâmide social, porém somente para fazer número para um maior proletariado. Não houve nenhuma filantropia ou altruísmo. Tudo foi um “negócio”, estupidamente com alma e carne humanas.

Mas essa gente cheia de saúde e vitalidade que chegou e vem chegando às “pencas” lá de longe, principalmente homens e jovens, certamente está apta para funções que dependem de bom condicionamento físico, imprescindível até mesmo para certas funções, como a de integrarem  exércitos, formais ou informais.

Agora o Governo da Presidente Dilma resolveu baixar uma lei que dispensa qualquer “visto” na entrada de turistas no território brasileiro para as Olimpíadas de 2016. Enquanto o mundo todo anda se precavendo contra o terrorismo, após o recente atentado em Paris, o governo brasileiro abre as portas do país para a entrada livre de qualquer um, inclusive, terroristas, se for o caso.

Mas o problema maior não está aí, embora não se possa descartar essa hipotética ameaça. O Brasil nem tem o “cacife” que muitos pensam que tem para atrair terroristas. O terrorismo por aqui daria pouca repercussão no mundo. E não é isso que esses fanáticos querem. Eles querem mídia,muita mídia, e essa mesma mídia “burra” nem desconfia disso, dando cada vez mais vitamina ao terrorismo.                                                                                              
O problema maior reside na “vinda” dessas pessoas, que certamente não chegariam para assistir qualquer competição olímpica. Viriam para ficar, é evidente. Passariam a somar-se aos contingentes de imigrantes ilegais que já chegaram e não saíram mais, nem sairão, por livre e espontânea vontade. Alguém consegue dar alguma notícia sobre os africanos que chegaram para a Copa do Mundo? Eles voltaram depois da Copa?  Quantos chegaram e quantos voltaram? Qual o controle que teriam as autoridades brasileiras sobre essa população das “Olimpíadas”, já que não tem esse controle  sobre as demais pessoas em idêntica situação que fincaram raízes nessas terras?

Sem entrar no mérito se essas imigrações ilegais são positivas ou negativas para o país, uma coisa é certa: elas favorecerão prioritariamente as correntes de esquerda que tomaram conta do Brasil desde 2003. Neste sentido bom é recordar LENIN, que após a vitória bolchevique na Rússia de 1917, afirmou que para garantir a revolução comunista seria preciso aumentar o número da população do proletariado russo.

Não seria esse o objetivo do PT com essa “importação” clandestina de gente de algumas partes selecionadas, ”coincidentemente” POBRES, do mundo? Aumentar o proletariado para garantir-lhes o trono por mais algumas décadas ou séculos, nessa democracia falsificada, ou OCLOCRACIA? Por quê existem tão poucas famílias nessas “importações” de gente? Por quê predominam homens fortes e jovens?  Não estaria aí o embrião de um exército de proletários-clandestinos?

Some-se a essa suposição o fato do total desmantelamento do arsenal do Exército Brasileiro que ,segundo dizem, teria só uma hora de munição se entrasse em combate, é lógico  que o trabalho do exército de imigrantes clandestinos seria muito facilitado, por resistência deficiente ou inexistente, mesmo porque não lhes faltaria armas nem munição, que existem com fartura  lá nos  “amigos” do outro lado da fronteira.

Como disse o filósofo: “quem avisa amigo é”.

Sérgio Alves de Oliveira, Advogado e Sociólogo

Nenhum comentário:

Postar um comentário