sexta-feira, 27 de novembro de 2015

DILMA assina DECRETO que confirma que no Exercito existirão 152 GENERAIS em “atividade”



No exército brasileiro agora são cerca de 1.400 militares para cada general. O número de oficiais “estrelados” – considerados políticos por alguns militares – vem crescendo ao longo dos últimos anos. Em Israel, um país que vive conflitos ininterruptos, a proporção é de cerca de 9 mil militares para cada general.

Esse número exagerado de oficiais generais parece ser uma herança lusa, há alguns anos foi amplamente divulgada uma crítica norte americana às forças armadas portuguesas. O embaixador americano à época solicitou os serviços de uma banda militar para um evento oficial, a questão se estendeu muito e para o americano ficou evidente que os oficiais portugueses tinham verdadeiro TERROR deTOMAR DECISÕES IMPORTANTES.
O EMBAIXADOR americano conta como um pedido simples, que nos EUA seria resolvido por um sargento ou oficial subalterno, em Portugal chegou até o Chefe do Estado Maior do Exército.
“Pedimos ao comandante da academia militar portuguesa se a banda da academia podia atuar numa receção da embaixada americana. O assunto chegou até em ao general de duas estrelas que respondeu que isso teria de ser aprovado pelo chefe do Estado-Maior do Exército”.!
O embaixador americano então enviou um telegrama para Washington, o título era: “O que há de errado com o Ministério da Defesa português?”. Lembramos que como membros da OTAN, as forças armadas portuguesas são assunto pertinente para os norte-americanos.

Vejam alguns trechos do documento escrito pelo embaixador Thomas Stephenson há dois anos e avaliem se também poderia se encaixar em nossa realidade.
“… é uma estrutura “rígida” e incapaz de tomar decisões. A imagem de generais sentados sem fazerem nada não é uma mera alegoria.”
“…Os militares têm uma cultura de statu quo em que as posições-chave são preenchidas por carreiristas que evitam entrar em controvérsias, em vez de serem preenchidas com pensadores criativos, promovidos pelo seu desempenho”,
“Espera o tempo suficiente, dizem-nos os oficiais, e chegarás a coronel ou a general. Esta cultura fomenta um pensamento adverso a correr riscos e um corpo de oficiais superiores para quem adiar uma decisão é quase sempre a melhor decisão”
 No documento o embaixador ainda critica o número exagerado de oficiais generais, cerca de um para cada 250 soldados, e diz ainda que há 170 generais “adicionais” para serem usados em tempo de guerra, eles se mantém inativos, mas recebem salário.


A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 84, caput, incisos IV e VI, alínea “a”, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 1o e no art. 2º da Lei nº 7.150, de 1º de dezembro de 1983, e no art. 1o da Lei nº 8.071, de 17 de julho de 1990,
DECRETA:  Art. 1º  O Anexo ao Decreto nº 8.399, de 4 de fevereiro de 2015, passa a vigorar na forma do Anexo a este Decreto.   Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 24 de novembro de 2015; 194º da Independência e 127º da República.
DILMA ROUSSEFF  /   Aldo Rebelo
Este texto não substitui o publicado no DOU de 25.11.2015
ANEXO
“I – OFICIAIS-GENERAIS
General de Exercito, permanece nos 15
General de Divisão, de 37 para 46
General de Brigada, de 71 para 91

Total, de 123 para 152









7
11
152



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