quinta-feira, 14 de abril de 2016

Jorge Picciani estaria articulando governar um Estado “falido”?

Os últimos acontecimentos com a internação de Pezão em plena crise nos leva a pensar, estaria mesmo o Estado em crise financeira?
As obras continuam a pleno vapor, tendo sido aprovado empréstimo de 990 milhões de reais para as obras da linha quatro do Metrô. Um empréstimo de meter a mão!



Mas o empréstimo para pagar os funcionários foi negado, o governo não tem credito.



O Governador em exercício Francisco Dornelles não dá as caras em público, nem mesmo uma visita fez a Pezão. Suspeita-se que Dornelles também esteja doente e nada estaria decidindo, sendo tudo uma articulação de Picciani para assumir o governo deste Estado “falido”. Mas quem em pleno juízo se empenharia tanto em assumir esta desgraça? Vai vendo, tem muita grana rolando nessa bagaça.


Tudo indica, se não for armação covarde como seus semelhantes do PT, que o câncer de Pezão é grave e raro, seria um câncer de medula raríssimo. No seu impedimento, assume o Vice Governador Dornelles, não? Mas alguém viu alguma entrevista recente de Dornelles? Viram ele visitar Pezão no hospital ou conceder entrevista coletiva sobre a atual crise, como seria de se esperar? Não é a resposta!
Dornelles está com idade avançada e também sofre de uma doença séria, dizem ser câncer no estomago, sequer consegue falar. Certamente não tem condições de assumir o governo diate desta crise que nos é apresentada. Ambos, Governador e Vice teriam de renunciar.
Mas o que acontece? A resposta é a seguinte:

Constituição do Estado do Rio de Janeiro.
Art. 142 - Vagando os cargos de Governador e de Vice-Governador do Estado, far-se-á eleição noventa dias depois de aberta a última vaga.
§ 1º - Ocorrendo a vacância no último ano do período governamental, a eleição para ambos os cargos será feita, trinta dias depois da última vaga, pela Assembléia Legislativa, na forma da lei. § 2º - Em qualquer dos casos, os eleitos deverão completar o período de seus antecessores.

Entenderam? Uma nova eleição para podermos expurgar esta raça do governo do Estado, a quadrilha PMDB que saqueou os cofres levando o Estado a “falência”. Eles não querem largar o osso, sinal que há muito mais a saquear!



Picciani pode estar articulando para levar este mandato moribundo do Pezão até o fim do ano, com afastamentos temporários, revezando-se cada um 30 dias no cargo, enganando a sociedade até que se completem dois anos. Ai PHUDEU!!!


Apesar dos terceirizados não estarem recebendo seus salários, viram os empreiteiros reclamarem dos atrasos de pagamentos? O M.P. e o Judiciário tem se manifestado como antes? A resposta é não para ambas as perguntas. O Estado continua arrecadando, em janeiro Picciani assume este governo dito falido e o dinheiro aparece, paga as contas, acerta os salários e o nome PMDB volta brilhar colocando Picciani forte para a eleição de governador em 2018.

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