quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Aguardemos 2018, com Dilma candidata ao Senado ou Câmara.


O Senado Federal aprovou às 13h35 desta quarta-feira, 31, por 61 votos a 20 o afastamento definitivo da presidente Dilma Rousseff (PT). Quase dois anos após ser reeleita com 54,5 milhões de voto, ela se tornou o segundo presidente da República da história do Brasil a sofrer impeachment. Com a destituição, Michel Temer (PMDB) assumirá o comando do País. Ele já estava como presidente em exercício desde 12 de maio, quando o Senado tinha aprovado o afastamento temporário da petista.

O Senado Federal rejeitou, porém, por 42 votos a 36, a inabilitação da presidente cassada Dilma para exercer cargos públicos por oito anos. Dessa forma, mesmo tendo sofrido impeachment, a petista poderá exercer cargos públicos, como de ministra e secretária estadual. Dilma também não está inelegível, ou seja, poderá concorrer as eleições novamente, caso deseje. 
ESTADÃO

Fecham-se as cortinas da peça "impeachment" começam a ser traçadas outras que se desenrolarão neste cenário chamado Brasil. Diferente do impeachment de Collor, onde apresentou sua renuncia antes de seu julgamento, ele foi "impeachmado" e teve seus direitos políticos suspensos por oito anos. Mas como os escritores, autores e atores são outros, o rito não seguiu a jurisprudência formada no processo anterior. Dilma livre leve e solta para se candidatar a Presidência, ao Senado ou a Câmara Federal em 2018, como também ser nomeada Ministra e outras funções estratégicas de onde pode continuar a arquitetar junto a outros a implantação da ideologia que pretendem.


Não gastarei o meu precioso tempo assistindo aquele circo. É tudo um teatro. É a esquerda limpando a própria esquerda a fim de salvaguardar "La Revolucion". Os socialistas, o Foro de São Paulo e tutti quanti estão amputando o dedo para salvar a mão. É a mais velha estratégia revolucionária em ação. Conforme já disse, tem sido assim desde o século XVII. Quem ainda não entendeu isso ou é burro ou é mau caráter.

A inconstitucionalidade da "maracutaia de hoje no Congresso.



Artº 52 - 
I Compete privativamente ao Senado Federal: (EC nº 19/1998, EC nº 23/1999, EC nº 42/2003 e EC nº45/2004) processar e julgar o Presidente e o Vice Presidente da República nos crimes de responsabilidade, bem como os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica nos crimes da mesma natureza conexos com aqueles;

II processar e julgar os Ministros do Supremo Tribunal Federal, os membros do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público, o Procurador-Geral da República e o Advogado-Geral da União nos crimes de responsabilidade;

Parágrafo único. Nos casos previstos nos incisos I e II, funcionará como Presidente o do Supremo Tribunal Federal, limitando-se a condenação, que somente será proferida por dois terços dos votos do Senado Federal, à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis.




Lula se foi, Dilma se foi e ministros, deputados e outros safados foram “eliminados”, mas o Foro de São Paulo segue firme e forte, perdendo um dedo, continuando ainda com a mão forte sobre o destino deste País. Resta-nos a Lava jato, que segue adiante nas apurações, enquadramentos, indiciamentos e prisões; como se uma intervenção invisível e silenciosa agisse para nos salvar do futuro sombrio.


"Se houve golpe em 2016, foi cassar uma presidente que cometeu crime de responsabilidade e não torná-la inelegível! A jararaca ainda está viva!
(Jair Bolsonaro)

Nenhum comentário:

Postar um comentário