sábado, 21 de outubro de 2017

"Sérgio Cabral, o maior criminoso do Rio de Janeiro"

O chefe do Comando Vermelho - facção criminosa do Rio de Janeiro -, Marcinho VP, afirmou que o ex-governador Sérgio Cabral é o "maior criminoso" do Rio de Janeiro. Em entrevista ao UOL concedida no Presídio Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, Marcinho VP contou como conheceu Cabral, ocasião em que o então candidato à Prefeitura do Rio pediu a ele votos, e afirmou que Cabral era a "maior decepção" que já teve na vida. "A maior organização criminosa do Rio de Janeiro estava instalada dentro do Palácio Guanabara, e Sérgio Cabral Filho era o cacique-mor".

"Veja o caso do ex-governador Sérgio Cabral Filho. Ele tava banindo centenas de presos no Rio de Janeiro, alegando que tava combatendo o crime organizado, mandando meter o pé em porta de barraco em favelas, dizendo que tava pacificando as comunidades, quando na verdade hoje se descobre que a maior organização criminosa do Rio de Janeiro estava instalada dentro do Palácio Guanabara, e Sérgio Cabral Filho era o cacique-mor dessa organização criminosa que levou o Rio de Janeiro à falência."


"É muita hipocrisia, senhor. Sérgio Cabral Filho foi a maior decepção que eu já tive na minha vida. Foi o maior charlatão que eu tive o desprazer de conhecer na minha vida. Em 1996, Sérgio Cabral Filho foi candidato a prefeito do Rio. A equipe dele, coordenadores de campanha dele, me procuraram na época, no Alemão, para poder pedir ajuda pra campanha dele. A coordenação de campanha dele levou ele até a mim no Alemão. Showmício na época, num domingo, show do grupo Molejo. Levei ele pro meu camarote, sentou na minha mesa, comeu, bebeu, me abraçou, conversamos quase uma hora. Falei com ele: 'A única coisa que você não pode fazer é chegar lá, amanhã ou depois, e esquecer a comunidade. A comunidade é carente pra caramba. Os políticos vêm aqui, prometem, prometem e, depois, acaba a eleição... Só aparecem de quatro em quatro anos'. Ele falou: 'Não, pode deixar que eu nunca vou esquecer a comunidade aqui, nunca vou esquecer o que você tá fazendo por mim. Você é jovem pra caramba. No futuro, quem vai mandar no país somos nós mesmo, que somos todos jovens'."
"Ele não ganhou, perdeu aquela eleição. Mas a minha parte eu fiz. Dei milhares de votos a ele. Os votos que eu prometi, eu dei a ele. Quando chegou dez anos depois - primeiro ele se elegeu senador, quatro anos depois se elegeu governador do Rio. Dez anos depois que ele teve comigo pessoalmente, o primeiro ato do governo dele foi me banir do Rio de Janeiro. Pra mim tanto faz, eu não tenho preferência por cadeia. Mas ele fez o pior governo do Rio de Janeiro. Minha revolta com ele é porque ele fez o pior governo do Rio de Janeiro. Levou o Rio de Janeiro ao estado de falência total. Não fez nada para as comunidades carentes. Só roubou. Ao invés de investir no ser humano, na população, pegar o dinheiro do povo e investir no próprio povo, ele investiu em joias, investiu em seu enriquecimento ilícito."
"O político que foi contada a maior quantia de dinheiro até agora se chama Sérgio Cabral Filho. Ele hoje tá pagando pelo que ele fez. Essa é a lei da natureza. Na terra a gente colhe o que a gente planta. Sérgio Cabral Filho tá colhendo o que ele plantou. Ele plantou o mal, fez muito mal para a população carioca. Foi o pior governo de todos os tempos, desde que eu me conheço por gente."
Quantos outros “Cabral” ainda estão envolvidos com o crime no Rio de Janeiro? Um dia também trairão, que sejam eliminados a tempo.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Rede Globo x Temer


O portal O Dia noticiou que o presidente Michel Temer enviou o ministro Moreira Franco para conversar com a cúpula da TV Globo há dois meses para entender os motivos da emissora ter promovido um ataque tão acintoso contra seu governo.
A emissora não demonstrou interesse em esclarecer os motivos da mudança repentina na linha editorial, dando a entender que a campanha teria continuidade.
Segundo a reportagem, não restou outra alternativa ao governo a não ser uma declaração de guerra. Na sequência, Temer determinou um levantamento completo e a execução de eventuais dívidas da emissora com a União, como impostos em atraso e financiamentos no *BNDES*.
A Globo reagiu imediatamente e no contra-ataque determinou a aproximação de seus principais executivos com o Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, na tentativa de fazê-lo Presidente da República.
São constantes as conversas de Maia com o vice-presidente de relações institucionais da Globo, Paulo Tonet. Eles almoçaram juntos domingo passado, revelou a Coluna.
A Emissora não vai desistir de derrubar o governo Temer. Não se sabe bem ao certo qual seria o motivo da Globo se expor de forma tão vergonhosa numa campanha sórdida para interferir no processo eleitoral do país.
Fontes internas garantem que a direção da Globo está sofrendo pressão de grupos políticos da oposição. Há quem diga inclusive que os donos da Globo estão sendo chantageados com a ameaça de um escândalo de proporções épicas. Somente algo muito grave justificaria a campanha suicida da emissora que vem perdendo a credibilidade junto aos formadores de opinião no país.
Outras fontes do mercado apontam a dificuldade que a emissora estaria enfrentando para obter recursos junto ao BNDES.
“Eles nunca foram críticos do uso do banco público para financiar empresas bilionárias como a JBS, as empresas X do Eike Batista e a própria Globo. Agora que a torneira foi fechada, descobriram que não conseguem manter o “padrão” sem a ajuda do Estado e estão com saudades dos governos petistas”, afirma um analista de mercado.
Na guerra de informações, há quem afirme que a Globo estaria desesperada com a possibilidade de perder o controle da sucessão presidencial de 2018, caso Temer permaneça no poder e consiga conduzir a transição democrática do país.

O real temor da Globo é que nomes indesejáveis para ela como o de *Jair Bolsonaro* ganhem força na disputa, e dessa forma a torneira do BNDES se feche de vez. Além da censura à toda putaria que a Globo vem passando para nossas famílias há décadas como pedofilia, apologia às drogas, prostituição, anti-cristianismo, pederastia, movimento racista negro, desrespeito aos pais, ódio ao empreendedorismo, apoio ao bolivarianismo na Venezuela, defesa de marginais, menosprezo aos policiais etc.
Dessa vez a Globo terá que renovar seu pacto com o diabo, e pelo visto, o bode a ser sacrificado terá que ser bem grandão!


terça-feira, 17 de outubro de 2017

Câmara bem sinalizada.

Placa em frente à Câmara dos Deputados é alterada para 'formação de quadrilha'.
Dida Sampaio, O Estado de S. Paulo

Autor teve o cuidado de usar a mesma tipologia das placas de sinalização de trânsito utilizadas em Brasília.

BRASÍLIA - Na véspera da votação da denúncia contra o presidente MichelTemer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), uma placa de sinalização de trânsito em frente à Câmara dos Deputados amanheceu nesta segunda-feira, 16, coberta com um adesivo com os dizeres "Formação de quadrilha. Corrupção Ativa. O grande acordo nacional". 

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

A GERAÇÃO PETRALHA.


É comum, por parte da imprensa escrita e falada e diversos políticos, embora já tenham diminuídas as manifestações insistentes, atacar o período do regime militar, como se as consequências de tudo que hoje acontece seja culpa da época em que vivíamos num grau de segurança que hoje é inconcebível, em face da falência do estado que nos proporciona uma falta de cuidado com a mesma, nunca visto nessa Terra de Santa Cruz.

Embora referências históricas e inúmeros exemplos dos males proporcionados à população em geral, as esquerdas condicionadas e raivosas, no afã de chegar ao poder e nele permanecer, após o assumirem, destruíram quase tudo de bom que foi feito para o bem de todos. Alegaram que o passado era um grande “entulho”.


Ocuparam a máquina administrativa em todos os escalões e tentaram implantar sua nefasta doutrina totalitária, através da mudança de parâmetros educacionais, na esperança de condicionar as futuras gerações em prol de suas idéias socialistas.



Cooptaram boa parte de nossos educadores, iludindo-os de que, com eles no poder, teriam melhores condições de vida e seriam respeitados pela sociedade. Introduziram a política partidária dentro das escolas em detrimento ao ensino, degradando o verdadeiro objetivo da arte de ensinar que é dar ao aluno o conhecimento e a capacidade de discernir sobre qualquer assunto: Não o condicionamento ideológico, como propôs e aplicou. 


No tempo de ilusão, durante a gestão do primeiro presidente petista que se aproveitou de uma fase de equilíbrio econômico - proporcionada pelo governo de Itamar Franco e prorrogada por seu sucessor- muitos acreditaram que as benesses financeiras oferecidas aos brasileiros, sem a devida garantia do caixa, mais cedo ou mais tarde não haveria de se deteriorar. Mero engano. Além de endividar a porção mais pobre do povo, destruíram os valores primordiais da nacionalidade que são: a importância da família, a responsabilidade social, a disciplina consciente e os valores morais e disciplinares que harmonizam um grupo social.

Nenhum jovem com menos de quinze anos viveu outro tipo de governo que não o administrado pelos “socialistas mais radicais”, apoiado por seus parceiros do PMDB e afins, e, desde então, trataram de fazer uma verdadeira lavagem cerebral na juventude estudiosa, no sentido de cooptá-las a sua ideologia irresponsável. Felizmente a ganância e o ataque aos cofres públicos, no afã de enriquecer corruptamente, acabaram de destruir seus sonhos totalitários, levando por terra um pesadelo que se avizinhava como nuvens tenebrosas de uma borrasca ciclônica. 



Como toda a tempestade que deixa um rastro de destruição, à parte mais afetada por ela foi a nossa juventude que sofreu um ataque ideológico em sua mais primorosa fase de ensino, deixando resquícios de difícil reparação. O que lastimo é que a mesma foi imposta por outrora aguerridos professores defensores do partidão e hoje, muitos deles, se mostram arrependidos de suas passadas ações.


No entanto, a Geração petralha está presente. Alguns jovens formados com pouca responsabilidade e respeito social aos seus semelhantes apresentam pouco apreço aos ditames republicanos e democráticos, só vendo a verdade de um lado, evitando o diálogo consciente e agindo como verdadeiros camicazes na defesa de uma ideologia ultrapassada. Felizmente, muitos deles, inteligentemente, não se deixaram envolver na tentativa da castração intelectual pretendida e já apresentam reações contrárias aos ditames socialistas que visam uma ditadura semelhante à Venezuela.


A difusão sistemática dos verdadeiros procedimentos e objetivos desses que teimam em falar de democracia, mas agem como verdadeiros lobos em pele de cordeiro são os mais fortes argumentos para que a população menos esclarecida e até alguns indecisos, possam se convencer dos verdadeiros propósitos de muitos expertos que se dizem de esquerda, mas que agem como abutres na caça do tesouro. Já é hora de acordar, vigiar e agir. 


Muitos que continuam acomodados no poder são cúmplices, omissos ou coniventes com o caos que abate implacavelmente sobre nosso povo.

Edu C.Antunes, Coronel Reformado e Licenciado em estudos Sociais

sábado, 14 de outubro de 2017

Temos inimigos internos?

Major Alexandre Frugoni

Sabe qual o maior problema da instituição PMERJ? É que sua corregedoria é presepeira, é pirotécnica, quer simplesmente aparecer para o Comandante Geral, que por sua vez é ineficaz e inoperante.

Nenhuma outra corregedoria faz tanto alarde quando efetua prisão de seus administrados, a PRF só este ano já efetuou a prisão correcional de mais de 15 agentes; a PRF teve 5 delegados de São Paulo presos, a Polícia Civil abriu inquérito para investigar mais de 50 policiais. E qual deles você viu na mídia fazendo “pirotecnia”? Qual deles você viu estampado nas paginas de jornais?

A Corregedoria PMERJ além de fraca, com comandantes que estão lá somente pela patente que ostentam, sem conhecimento técnico especializado sobre o assunto que administram. Abrem IPM, Sindicâncias e Averiguações ou prendem um policial, muitas vezes arbitrária e irregularmente e deforma espalhafatosa, com ares de “cinematografia”, tão somente para aparecer para seus superiores e/ou políticos.

Prova disso é que mais de 65% dos casos os policiais são inocentados, pois, consegue comprovar a verdade e a inconsistência das acusações que lhe são impostas. Mas, até a comprovação de inocência, o policial já passou por inúmeras humilhações por sua grande exposição diante das mídias escritas e televisivas. Para piorar, 95% destes humilhados não tomam nenhuma atitude contra seus “algozes” arbitrários e/ou ilegais.

Passou da hora de o Comandante Geral rever o conceito de Corregedoria, pois a que temos é tão amadora, possui tão ou menos conhecimento que um aluno de 1º semestre do curso de direito. Isso prejudica em muito a imagem da Corporação, essas prisões “circenses” e espalhafatosas, contribuem diretamente para o descrédito da imagem da polícia do Rio de Janeiro. Enquanto todos estiverem preocupados em aparecer objetivando serem vistos nas futuras promoções, a finalidade do verdadeiro efeito correcional nunca será alcançada.

Escrito por ex-policial militar e hoje advogado e professor de Direito Constitucional.

CintPMERJ e CGU não valem o que custam aos cofres públicos


Seria um "ranço" impregnado para destruir a Corporação?

Primeiramente bom dia, escrevo esta carta aos doze dias do mês de outubro de 2017, porque não podemos deixar de comentar sobre a operação covarde realizada pela corregedoria da polícia militar ontem na sede da UPP CAJU e Vila Kennedy.
Vamos aos fatos:
As Unidades de Polícia Pacificadora estão cada vez mais falidas, sem apoio do estado e também da própria polícia militar, falta armamento, falta munição, falta, o carregador das armas estão ruins e então as armas apresentam panes por não apresentar um novo cartucho na câmara, as armas estão ruins, não temos armamentos não letais (hoje concentrados no choque, que depois de estourar uma manifestação demora cerca de uma hora e meia até chegar ao local), poderíamos ficar falando o dia inteiro dos óbices e da falência da polícia militar e das UPPs, mas achamos que todos nós, policiais militares, a sociedade e vocês “policiais militares” da corregedoria já percebemos isso.
Então gostaríamos de avisá-los, pois sabemos da dificuldade de vocês em conhecer a real polícia, mas vamos lá: hoje a Polícia Militar só FUNCIONA no combate à criminalidade, pois policiais de praticamente TODAS AS UNIDADES OPERACIONAIS, apreendem munição pra usar durante confrontos intermináveis, pois a POLÍCIA MILITAR NÃO TEM MUNIÇÃO, apreendem carregadores de armas para utilizarem pois os da POLÍCIA MILITAR NÃO FUNCIONAM MAIS, e colocam em risco a vida de policiais militares que estão se arriscando diariamente.
Quantas vezes as bases das UPPs foram atacadas nos últimos anos?! Não só por criminosos armados, mas também por moradores insatisfeitos pela morte de algum bandido que era querido pela comunidade?! Quem resolve?! Não sei se sabem, mas é a própria UPP que resolve, vão utilizar armas letais para conter crianças?! Mulheres?! Não CintPm, tem que usar armas não letais, que a PMERJ não tem, então tem que ser dado o jeito.
A verdade é que a polícia militar não tem estrutura pra manter quase nenhuma unidade, salvo as especiais, BOPE, CHOQUE, BAC, GAM... todas as demais dependem da ajuda informal dos empresários que gostam de policiais.
Agora vamos a parte mais absurda, a mancha criada na carreira de um oficial excepcional, o Major Frugoni, competente e comprometido no combate à criminalidade, incansável no cumprimento do dever, resumindo um excelente policial, pois o bom profissional nem sempre é aquele que se faz o que ele deve fazer, mas sim o que ele precisa fazer, então nossas eternas continências ao nosso Major Frugoni.
Não vamos nem entrar no mérito e comentar o caso absurdo e covarde de um dos Ícones e uma lenda da Polícia Militar o senhor Ten Cel Malheiros, um dos melhores e mais competentes oficiais da corporação, foi exonerado por não combater o “jogo do bicho”, sendo que de todas as unidades da polícia militar, o batalhão que ele comandava era o com mais números de ocorrências no combate à contravenção penal, mas gostaria de lembrar a corregedoria que na esquina da sua própria sede tem um apontador do jogo do bicho, quando quiser vão lá.
Por fim, é com grande pesar que afirmamos, hoje lutamos contra o inimigo externo (Criminosos) e os inimigos internos (Correjudaria, ops, Corregedoria), mas uma coisa que jamais vai mudar, o tempo não para é essa corporação é uma roda gigante

Policial Militar

Quem é o Policial Militar Major Frugoni:
Um exímio atirador e um policial que veste a camisa da corporação. As duas características são consideradas as mais marcantes da personalidade do major Alexandre Silva Frugoni de Souza. Em sua trajetória na polícia, ele teve participação ativa na política de pacificação. Antes de ir para o comando da UPP do Caju, onde está desde que a unidade foi criada, ele passou por outras, algumas consideradas críticas, como as do Jacarezinho, da Coroa/Fallet/Fogueteiro e do Adeus/Baiana, no Alemão. Frugoni faz parte da International Defensive Shooting Confederation, entidade voltada para uma modalidade de tiro defensivo que simula cenários da vida real em que todos os participantes, independentemente do país de origem, têm direitos e obrigações idênticos.


O oficial adquiriu, ao longo dos anos, uma reputação profissional que sempre lhe rendeu homenagens. Uma das mais recentes aconteceu em 2015 quando, ao lado de outros oficiais e praças, ele foi premiado pelo seu trabalho, na sede da Coordenadoria de Polícia Pacificadora, em Bonsucesso.
Dado a atos heroicos, o major, em março deste ano, quando estava à frente da UPP Coroa/Fallet/Fogueteiro, ganhou o noticiário ao reagir a uma tentativa de assalto em frente à Uerj, no Maracanã. Ao ver que bandidos tentavam roubar a motocicleta de um homem, Frugoni, que estava à paisana, desceu de seu carro e atirou contra um dos assaltantes. Ele conseguiu recuperar a moto da vítima.

O tráfico comemorou muito as prisões..............





FALA DE GENERAL


Em março de 1964 o General Olímpio MOURÃO Filho não falou. Botou seus 6.000 homens na rua e marchou de Juiz de Fora para o então Estado da Guanabara (atual Rio de Janeiro) com o propósito de precipitar a deflagração da revolução. O que realmente ocorreu.

Na outra ponta – no Estado da Guanabara – o Coronel Raimundo Ferreira de Souza, Comandante do 1º Regimento de Infantaria – Regimento Sampaio- mobilizou-se para interceptar a marcha do General MOURÃO, ocupando a ponte sobre o rio Piabanha (por onde passava a antiga estrada que ligava o Rio a Juiz de Fora, na época). E ali se rendeu as tropas mineiras. Decretava-se a destituição do governo Jango, em 31 de março de 1964, com amplo apoio popular e com decisivo apoio do Governador Magalhães Pinto, de Minas Gerais e do General Carlos Luiz Guedes.
Catorze anos depois (1978), em seu livro de memórias, o General MOURÃO escreveu: “Se nós não tivéssemos feito (a revolução), ela jamais teria começado”.
Vejamos que a audácia do General MOURÃO daquela época só foi possível e só vingou pela conjunção de quatro fatores presentes no cenário nacional e mundial:
1 - A polarização do mundo pós segunda guerra mundial entre a democracia  capitaneada pelo Estados Unidos e a ditadura do proletariado dirigida com mão de ferro pela extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas – URSS- cuja joias da coroa, entre os comunistas, eram representadas por Cuba e pela Albânia. Símbolos máximos – para eles, é claro - da “vitória” do socialismo sobre a burguesia. Hoje, olhando para a popa, vemos o que aconteceu com esses dois países e com a União Soviética.
2 - O manifesto repúdio da maioria do povo brasileiro pelo comunismo – exceto alguns enclaves nordestinos e sulistas, uns e outros “intelectuais” que ainda andam por aí e  oportunistas de ocasião sem ideais e sem pudor.
3 - A formação dos Oficiais Generais da época que traziam uma visão de mundo, adquirida nos embates da segunda grande guerra, onde o amigo era reconhecível e o inimigo também. Hoje o ambiente difuso não permite tal dicotomia radical. Parodiando mote de agora, ouso dizer que atualmente temos muito mais que cinquenta tons de cinza e,

4 - Ainda contávamos com uma classe política não de todo corrompida.

Nesta quadra em que vivemos os poderes Legislativo e Executivo vergam sob uma desenfreada corrupção sistêmica que, se sempre existiu, na última década e meia se exacerbou. Deixando na sociedade a certeza de que ali todos se corromperam, em maior ou menor grau e que o Judiciário assume o papel de um novo censor, tentando reverter a célebre citação do antigo censor, Catão “o velho” que dizia: “Os ladrões dos bens particulares passam a vida na cadeia, aqueles dos bens públicos, nas riquezas e nas honrarias” (sic).


Mas, mesmo nos bastiões da justiça não existem só vestais, como fica meridianamente claro diante das estripulias de um certo ex -Procurador da República e de certos Ministros das altas esferas judiciais. Mas, é o que temos para hoje.
Diante dessas fraturas múltiplas que mutilaram  moral e  ética nacionais restam dois poderes ainda incólumes, o eclesiástico e o militar.
Ao eclesiástico, mais afeito ao divino não cabe papel nesses misteres terrenos.
Mas, e quanto aos militares?
Vamos à Constituição, lei maior de qualquer regime sério, e lá encontramos no art.142, caput, ensinando que cabe  as Forças Armadas “a garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem” (sic, art. 142 – final). 
Vemos, também em nossa Carta Magna, no art. 144 que a elas não cabe prover “Segurança Pública”, pois para essa competência ali estão listados os seguintes órgãos:
I  - Polícia federal
II - Polícia rodoviária federal
III - Polícia ferroviária federal
IV - Polícias civis
V - Polícias militares e corpos de bombeiros militares
E mais recentemente, a força nacional.
Mas, o que se vê é a convocação das Forças Armadas para garantir a segurança pública onde esses órgãos constitucionais fracassam.

O exemplo mais emblemático é o do esfrangalhado Rio de Janeiro, em sua guerra civil particular contra o tráfico de drogas. Ou seja, já existe a intervenção consentida e convocada além do estamento constitucional, por razão enviesada, remetendo o feito à manutenção da lei e da ordem. Quando na realidade, aqui se trata claramente de garantia da segurança pública.
Não é engraçado?  Tudo bem com intervenção militar ultra leges para fazer o serviço de outrem. Mas, de jeito nenhum para restaurar a lei, a ordem e, por que não dizer, a moral e os bons costumes na esfera política.

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E aqui entra o novo General MOURÃO, Hamilton Martins Mourão, atual chefe da Secretária de Economia e Finanças do Exército, cargo que assumiu ao ser desligado do Comando Militar do Sul por suas duras críticas à classe política, em reunião com Oficiais da reserva. E a gota d`´agua para essa destituição talvez tenha sido o convite para uma solenidade onde se iria homenagear o Coronel Brilhante Ustra, famoso pela truculência com que tratava os vencidos na revolução de 1964.
Agora, o novo General MOURÃO, em pronunciamento em uma Loja Maçônica, fala em possível intervenção militar para “restaurar a lei e a ordem”, se necessário for e se os poderes constituídos não conseguirem esse intento. Naturalmente falou a verdade mirando ao caos político vigente e não se afasta um milímetro do que prega o art. 142 da nossa Constituição. Logo, não foi, nem deverá ser punido por isso.
Mas, a classe política, vê nisso uma séria ameaça ao seu “status” de gatuna dos bens públicos e de sua vida de riquezas e honrarias, tal como disse Catão “o velho” há mais de dois milênios atrás.
Eis aí o dilema castrense,  render-se ao mando do político corrompido, recebendo ordens de veros facínoras ideológicos ou simples gatunos, ou assumir posição de força para promover o hercúleo trabalho de “limpar as cavalariças de Augias” (um dos doze trabalhos do semi-deus Hércules).
Acredito que a desesperança do General MOURÃO, dos homens e mulheres de bem e de todos aos quais ética e moral ainda são valores a preservar é exatamente este: O que esperar desses corruptos empoderados que mandam em nós e buscam meios de se safar de seus crimes?


Ao final das contas “o fruto da árvore envenenada é veneno” e não se aproveita,  como se diz na teoria do Direito .Falando sério, daí só deverá brotar mais do mesmo.
Será que teremos que conviver com um novo MOURÃO de 1964, reencarnado em MOURÕES  que sejam capazes de servir de estacas para construir uma cerca de  confinamento dessa corrupção toda, colocando razão e ordem na política pátria?
O Brasil não merece o que está vivendo agora, mas não merece também que novamente alijemos os facínoras para, mais à frente, serem todos alcançados por outra anistia “ampla geral e irrestrita” e voltem às mesmas práticas.
Nesse aspecto a revolução de 1964 foi um rotundo fracasso, uma facada n`água, pois não?

Tarcizio R. Barbosa. 2º Ten R/2 de Infantaria, Safra de 64

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Carta aberta à Dona Regina


Dona Regina
Não sei como chegou até a senhora a notícia da performance no Museu de Arte de Moderna de São Paulo, na qual uma menina de 5 anos foi estimulada pela mãe a interagir fisicamente com um homem adulto nu – para deleite de uma plateia de adultos vestidos. Também não faço ideia de como a senhora foi parar na plateia de um programa televisivo cuja intenção não parecia ser expor diferentes pontos de vista sobre o episódio, mas sim reforçar um pensamento único e um julgamento sumário – o de desqualificar qualquer crítica à performance como “censura”.

O que eu sei é que a senhora entendeu algo que passou despercebido ao discurso hegemônico dos intelectuais e artistas que se manifestaram sobre o caso: o problema da performance não estava na nudez; o problema da performance não estava nas fronteiras da definição do que é arte; o problema da performance não estava no uso de recursos públicos. Com uma só palavra a senhora desmontou a fala daqueles que, de maneira sincera ou falsa, insistiam nesses pontos: a palavra foi “criança”.


Talvez a senhora não se dê conta da importância da sua manifestação. Com seu jeito simples, o que a senhora fez foi revelar o abismo crescente que se cava entre os brasileiros comuns e a classe que pretende falar em seu nome. Esses brasileiros não se chocam com a nudez nem estão interessados na arte das elites pensantes e falantes, até porque têm mais o que fazer. Mas, para esses brasileiros, a infância é uma fronteira que não pode ser ultrapassada. O que a senhora fez foi vocalizar o desconforto do Brasil real diante desse limite que foi desrespeitado.

A reação dos apresentadores foi reveladora desse abismo. Diante de uma idosa que poderia ser a mãe ou avó querida de qualquer espectador, as expressões e olhares foram de: perplexidade, ódio, desprezo, deboche. E a senhora respondeu com um olhar de bondade, sereno e doce. Ao “Não vou nem comentar” emitido com ar de desdém e superioridade moral, a senhora respondeu com a paciência de quem não se incomoda em explicar o óbvio: o choque não vinha da nudez do adulto, vinha da exposição da criança. E o fato de a menina estar acompanhada da mãe não era um atenuante da situação: era um agravante.


Diferentemente dos intelectuais do Facebook, a senhora sabe que o que aconteceu no MAM não tem nada a ver com o Davi de Michelangelo; que o que aconteceu no MAM não tem nada a ver com o que acontece em praias de nudismo, onde aliás as regras são bastante rígidas; que o que aconteceu no MAM não tem nada a ver com os hábitos e costumes da Dinamarca; que o que aconteceu no MAM não tem nada a ver com uma criança tomar banho nua com os pais – adultos cujo vínculo afetivo e convivência cotidiana fazem do contato físico e da intimidade uma experiência positiva e saudável para o seu desenvolvimento emocional e psicológico – como aliás afirma uma nota na Associação Médica Brasileira que critica duramente a performance, por suas “repercussões imprevisíveis” diante da vulnerabilidade emocional da criança.

Não sei se esses intelectuais das redes sociais não entendem ou se fingem que não entendem nada disso. O mais irônico, Dona Regina, é que eles parecem não se dar conta da campanha involuntária que estão fazendo, ao jogarem no colo da direita a bandeira da defesa da infância – como já jogaram, aliás, a bandeira do combate à corrupção. Com progressistas agindo dessa maneira, os conservadores agradecem.
Parabéns, Dona Regina. Para quem assistiu foi muito legal.

Luciano Trigo: Jornalista, Escritor e Editor de livros





quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Cuide de seu filho antes do pedófilo

Procurador da República Guilherme Schelb


O Procurador da República Guilherme Schelb desenvolveu um modelo de “notificação extrajudicial” (modelo público), que se encontra ao fim desse artigo, para que os pais e/ou responsáveis protejam os filhos contra o ensino da Ideologia de Gênero pelas escolas. Por este simples documento, escolas e professores são notificados pelas famílias de processá-los por danos morais pelo ensino dessa ideologia que visa, através da educação, promover uma revolução sexual e familiar. Isto a partir das crianças e adolescentes. Em algumas cidades, grupos de pais com filhos estudando numa mesma escola, têm criado grupos de whatsapp para troca de informações sobre a educação dos filhos e a vigilância quanto à doutrinação deles. Especialmente sobre a reconfiguração mental das crianças e adolescentes quanto aos valores familiares e sexuais. Em todo o país, igrejas evangélicas e católicas têm distribuído cópias dessa notificação aos fiéis. Nessas igrejas, sacerdotes incentivam a formação de grupos de pais com filhos nas mesmas escolas para a entrega conjunta das notificações.


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Em todo o país, igrejas evangélicas e católicas têm distribuído cópias dessa notificação aos fiéis. Nessas igrejas, sacerdotes incentivam a formação de grupos de pais com filhos nas mesmas escolas para a entrega conjunta das notificações. 

Os livros didáticos/2016 do MEC com ideologia de gênero para a primeira fase do ensino fundamental (1º ao 5º ano, crianças de 6 a 10 anos) 
Esses livros chegaram às escolas de todo o país no início deste ano letivo com validade para 3 anos (2016/18). Foram distribuídos para Escolas públicas, particulares e até confessionais. Eles já  estão em posse dos alunos e estão sendo usados pelos professores em suas aulas. Neste caso, somente as Câmaras Municipais poderão retirá-los mediante REQUERIMENTO às respectivas secretarias municipais de educação. É preciso que um vereador se interesse pelo assunto, preencha o requerimento e colha a assinatura da maioria dos seus pares. Ao receberem o requerimento, as secretarias de educação orientam suas escolas sobre a melhor maneira de cumprir a determinação do legislativo municipal.

Mais sobre a notificação 
Caso professores e escolas se recusem a assinar o documento, há duas atitudes que os pais e/ou responsáveis poderão tomar para que o documento tenha validade jurídica. A primeira é dirigirem-se ao Cartório de Registro de Títulos e Documentos com o nome e endereço da escola, para que a escola seja comunicada via cartório. A segunda, é encaminharem a notificação em carta registrada com AR (aviso de recebimento) via Correios. Esta notificação pode ser feita em 3 vias (a família guarda uma via e as outras são dadas à direção da escola e professores) por um familiar isoladamente ou por um grupo de pais. Para todo esse procedimento, não é necessária a presença de advogado. Para que o pedido de indenização por danos morais seja efetivado, é preciso comprovar que a escola ou professor desobedeceram a notificação da família. Valem como prova filmagem, material didático trabalhado em sala de aula, confecção de cartazes, passeatas, filmes, apresentações teatrais, palestras ou tarefas/exercícios pedidos aos alunos. 

Conheça o caso de uma família do Distrito Federal que recebeu indenização de R$ 30.000,00 ( trinta mil reais) porque a filha teve acesso a material impróprio para sua idade: clique aqui

Acompanhe o site “Infância e Família” do procurador da república Guilherme Schelb Modelo alternativo de notificação extrajudicial “anônima” do escola sem partido para os pais. 

O Procurador de São Paulo em Brasília, Miguel Nagib, fundador do Escola Sem Partido desenvolveu um modelo de notificação extrajudicial, com a vantagem de resguardar o anonimato dos pais e dos alunos. Mesmo assim, esse documento surte os mesmos efeitos daquele desenvolvido pelo Procurador da República. Confira as informações para esse modelo: Notificação Extrajudicial (Utilidade pública).
Padre Augusto Bezerra

Notificação Extrajudicial (modelo público)

Ilmo. Sr. Diretor
Professor___________________
Escola _____________________
(Estado), (cidade), ________ de ____________de 20___.

Prezado Diretor (nome completo) Eu, (nome completo pai/mãe ou o responsável), na qualidade de responsável legal pelo(a) Aluno(a) (nome completo e data de nascimento), matriculado nessa Ilustre instituição de ensino, cursando a série (identificar) na classe (descrever), conforme prescrito em Lei, venho informar o seguinte: 

1. Conforme consta do Código Civil Brasileiro, todo cidadão de nosso país só adquiri a capacidade civil plena, ou seja, poderá praticar todos os atos da vida em sociedade, ao completar 18 anos. Neste mesmo sentido, o código Penal proíbe a realização ou indução de qualquer relação sexual com pessoa menor de 14 anos, presumindo-se tal prática em ato de violência;
2. É de conhecimento geral, o debate no âmbito nacional de nossa nação, sobre a IDEOLOGIA DE GÊNERO e várias outras propostas de apresentação para os alunos da rede de ensino, tanto das instituições publicas quanto das particulares, sobre temas relacionados aos comportamentos sexuais (homossexualismo, bissexualismo, transsexualismo, etc.) e ainda relativos à sexualidade de pessoas adultas, como a prostituição, masturbação, entre outros atos libidinosos.
3. Vale ressaltar que os legisladores, representantes escolhidos pelo povo brasileiro, em sua sapiência, balizaram as faixas etárias no que diz respeito a divulgação e ensino, esses marcos são os referenciais, prescritos em lei, para a ministração de aulas e abordagem nas instituições de ensino. Esse balizamento legal, impõe limites para apresentação e abordagem de todos os temas relacionados aos comportamentos sexuais especiais e a autonomia sexual e de reprodução. 4. Conforme dispõe a Convenção Americana de Direitos Humanos, o qual a nação brasileira é signatária, em seu Artigo 12.
4. OS PAIS, E QUANDO FOR O CASO OS TUTORES, TÊM O DIREITO A QUE SEUS FILHOS OU PUPILOS RECEBAM A EDUCAÇÃO RELIGIOSA E MORAL QUE ESTEJA DE ACORDO COM SUAS PRÓPRIAS CONVICÇÕES., assim, é direito incontestável dos pais `formação moral e religiosa de seus filhos. Tal direito é chancelado pela mais alta Corte de nossa nação (STF – SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL);
5. E mais, o Código Civil determina que os pais têm o dever e a responsabilidade no sustento material e moral de seus filhos, e ainda, o dever de cria-los e educa-los (art. 1.634- Compete a ambos os pais, qualquer que seja a sua situação conjugal, o pleno exercício do poder familiar, que consiste em, quanto aos filhos: I – dirigir-lhes a criação e a educação;), até porque é ônus dos pais arcar civilmente com o pagamento de indenização pelos atos danosos a terceiros que os filhos praticarem (art. 932-São também responsáveis pela reparação civil: I – os pais, pelos filhos menores que estiverem sob sua autoridade e em sua companhia;).
6. Nesse diapasão, a responsabilidade das instituições de ensino, são objetivas e independentes de culpa. Assim, a escola que violar, incluindo seus membros diretores, professores e demais funcionários, por qualquer meio, os direitos pétreos dos pais, poderá ser acionado judicialmente por danos morais, sem prejuízo de ser acionado civilmente por danos à formação psicológica da criança. O Estatuto da criança e adolescente (ECA) exige que toda informação e/ou publicação dirigida a criança, inclusive livros didáticos, respeitem os valores éticos da família (Art. 79- As revistas e publicações destinadas ao público infanto-juvenil não poderão conter ilustrações, fotografias, legendas, crônicas ou anúncios de bebidas alcoólicas, tabaco, armas e munições, e deverão respeitar os valores éticos e sociais da pessoa e da família.) e, a Constituição Federal não só reconhece como protege tais direitos (art. 21, inciso XVI e art. 220 §3º, inciso I), em razão da fragilidade psicológica de uma criança.
7. Todas as instituições de ensino são subordinadas as regras legais acima descritas, inclusive as propostas pela Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (lei federal nº 9.394/96), sendo passiveis de controle e repreensão jurisdicional.

Por tudo quanto exposto e informado, é a presente, para NOTIFICAR V.Sa. e aos ILUSTRES PROFESSORES QUE COMPÕEM O QUADRO DOCENTE desta Prezada instituição de Ensino, que: NÃO CONCORDO COM A IDEOLOGIA DE GÊNERO E NÃO AUTORIZO, SEM MEU E EXPRESSO CONSENTIMENTO, COM RESPEITO AO MEU DIREITO LEGAL NA FORMAÇÃO MORAL DE MEU FILHO(A), RESPEITANDO A SUA FRAGILIDADE PSICOLÓGICA E CONDIÇÃO DE PESSOA EM DESENVOLVIMENTO, A APRESENTAÇÃO DESTES TEMAS RELACIONADOS AOS COMPORTAMENTOS SEXUAIS (HOMOSSEXUALISMO, BISSEXUALISMO, TRANSSEXUALISMO, ETC.) E AINDA RELATIVOS À SEXUALIDADE DE PESSOAS ADULTAS, COMO A PROSTITUIÇÃO, MASTURBAÇÃO, ENTRE OUTROS ATOS LIBIDINOSOS, A MEU FILHO(A), AINDA QUE DE FORMA ILUSTRATIVA OU INFORMATIVA, SEJA POR QULAQUER MEIO DE COMUNICAÇÃO OU ORIENTAÇÃO, ATRAVES DE VIDEOS, EXPOSIÇÃO VERBAL, MUSICA, LIVRO DE LITERATURA OU MATERIAL DIDÁTICO.

Assim, ficam os Ilustres NOTIFICADOS, de tudo quanto acima exposto, sendo a mesma, útil para que V.Sa., Professores, Funcionários e Prestadores de Serviço, possam se proteger de políticas públicas e materiais didáticos ilegais e abusivos, deixando bem esclarecido que a responsabilidade de indenizar os danos morais, e, sofre as cominações penais impostas pela lei, são de todos os envolvidos.

(NOME DO PAI/MÃE OU RESPNSÁVEL LEGAL) 

Fonte: De Olho No Livro Didático